Problema que data casado

ESPOSAS INSATISFEITAS SÃO MELHORES QUE GAROTAS DE PROGRAMA

2020.07.16 16:29 fobygrassman ESPOSAS INSATISFEITAS SÃO MELHORES QUE GAROTAS DE PROGRAMA

ESPOSAS INSATISFEITAS SÃO MELHORES QUE GAROTAS DE PROGRAMA
Esposas infiéis são mais duradouras, limpas e autênticas do que garotas de programa
Esqueça garotas de programa transando nunca foi tão fácil! De uma dona de casa traidora real.
As mulheres casadas NÃO estão procurando relacionamentos, elas já estão nelas, estão procurando parceiros discretos e divertidos para reacender e explorar sua sexualidade.
As garotas de programa estão sempre procurando extrair mais dinheiro de você. Você nunca sabe com quem eles acabaram de fazer sexo e isso torna impossível também fazer sexo apaixonado com eles.
Quantas vezes você ficou com tesão e decidiu pedir uma garota de programa? Então, depois de ter um encontro decepcionante, lamento totalmente gastar tanto em ganhar pouco!
Sempre que você liga para uma garota de programa, está jogando. Jogando com sua saúde e com sua experiência.
Ela será parecida com as fotos dela?
A mesma garota das fotos vai aparecer?
Ela será anti-higiênica?
Ela será hostil?
Ela vai tratá-lo com um mau atendimento ao cliente?
Eu sei o que você está pensando,Eu sei o que você está pensando,
MAS AS MENINAS DE CHAMADA SÃO MUITO MAIS SIMPLES!
Não é verdade!
Sim, uma garota de programa fica a apenas uma ligação, mas toda vez que você a vê, paga. Você paga com dinheiro suado. Pense em quanto tempo você precisa trabalhar para pagar por uma garota de programa.
10 horas?
20 horas?
Portanto, nenhuma garota de programa não está a um telefonema de distância, elas têm +10 horas de trabalho E uma ligação de distância.
Além disso, as garotas de programa não se importam com você ou precisam de você.
Depois de conhecer uma esposa realmente insatisfeita e dar a ela a atenção que lhe falta, você experimentará a diferença entre uma garota de programa e uma mulher de verdade.
Esposas insatisfeitas são gratas por encontrar um homem que possa agradá-las!
As esposas infiéis têm todos os benefícios e nenhum dos problemas das garotas de programa:
Conhecer as preferências sexuais do seu parceiro = melhores experiências sexuais
O envio de mensagens maliciosas acelera sua semana de trabalho;)
Verdadeira paixão e emoção de ambos os parceiros!
Limpo, Seguro e Legal.
Não constantemente tentando manipular você.
A verdade é que as mulheres ficam excitadas quando estão se escondendo e tendo encontros secretos. Esposas insatisfeitas querem ser suas garotas de programa pessoais, mas elas precisam de um pouco de incentivo e você precisa incentivá-las de uma maneira elegante e elegante.
Você não pode tratar mal as esposas infiéis da maneira que pode com uma garota de programa, mas elas também não o tratam mal como uma garota de programa. Eles não vão contar o relógio quando estão com você.
Se você acha que encontrar uma mulher casada sozinha é ainda mais difícil, pense novamente.
Você não pode ser um idiota e acha que atrairá uma mulher casada para ser sua garota de programa pessoal.
De fato, existem dicas e truques para encontrar um o mais facilmente possível aqui >>
Siga estas etapas simples e você encontrará uma esposa insatisfeita e fará dela sua garota de programa pessoal em menos de uma semana.
VOCÊ PRECISA SE INSCREVER NO ASHLEY MADISON SE QUER ENCONTRAR MULHERES INFELIDAS
E lembre-se de que você pode repetir essas etapas e encontrar uma nova esposa traidora sempre que quiser!
  1. Tire uma boa foto de si mesmo. Não precisa incluir seu rosto, pode ser discreto. Muitos perfis em ashley madison não têm fotos de rosto públicas (geralmente em sua galeria de fotos particular). Esta imagem pode ser do seu corpo ou você de fato bem ajustado (sem o rosto).
  2. Escolha um nome de usuário atraente! Esta é a primeira coisa que as mulheres veem depois da sua foto. Escolha algo descritivo ou divertido.
  3. Destaque sua necessidade de discrição. Isso aliviará as preocupações das mulheres sobre sua própria discrição.
  4. Crie uma mensagem de introdução bem pensada que você possa enviar para muitas mulheres.
  5. Torne sua galeria privada irresistível. É aqui que você inclui suas melhores fotos.
  6. Configure uma data discreta!
Traindo esposas vs garotas de programa Todos nós procuramos garotas de programa no google. Mas existe uma enorme lacuna entre ponderar e pesquisar na web a sua garota de programa mais próxima. Existem vários, mas eles são extremamente estigmatizados - por razões óbvias. Garotas de programa não são para todos, mas o sexo certamente é. Por isso, seria melhor encontrar uma alternativa para garotas de programa. Criamos um substituto para as garotas de programa, para aquelas que estão interessadas em saber como a alternativa funciona. Espero que minha experiência e discernimento possam lhe dar uma ou duas coisas para questionar, e talvez até abrir você para garotas dispostas a dormir com você gratuitamente! Por que você deve procurar alternativas para escoltar serviços? Se você ouvir alguém se gabar de uma escolta, precisará sentar esse homem e ter um momento de clareza. Mas deixe esse argumento de lado, posso escrever um romance inteiro para você. Deixe-me começar com algumas dicas. As acompanhantes são desassociadas Não é incomum pagar por sexo, mas é ilegal na maioria dos países e ajuda uma indústria bastante cruel a tirar vantagem de membros da sociedade desprovidos de frustração. Acompanhantes NÃO GOSTAM DE VOCÊ Este é o meu argumento número um por não dormir com acompanhantes. Eles não teriam dormido com você se você não pagasse. Eles não gostam necessariamente do sexo ou querem vê-lo ligado. Geralmente é por isso que gosto de sexo - porque me excita vê-la gostosa e gostosa quando ela olha para mim. Acompanhantes não são higiênicos Os acompanhantes dormiram com toneladas de homens. Pense em quantos homens a garota de programa que você está vendo dormiu naquele DIA! Se você vir uma garota de programa ou uma acompanhante às 20h, provavelmente já dormiu com pelo menos dois homens antes daquele dia. Imagens falsas As acompanhantes raramente aparecem em suas fotos. Você tem sorte se a mesma mulher aparecer. Você pode dizer que isso também pode acontecer em um site de namoro ou em uma sala de bate-papo para adultos, mas eu diria que a probabilidade de ser "pescada" por uma mulher em um site de namoro é menor do que por uma garota de programa. A maioria das acompanhantes encontra-se com suas imagens. Com segurança Eles afirmam ser seguros e testados todos os dias, mas você nunca pode ter certeza. Isso significa que qualquer homem que não seja estúpido usará camisinha 100% das vezes que dorme com uma garota de programa ... e todos sabemos que preservativos não são divertidos.
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2020.04.10 01:26 jaobrabo Eu sou vazio por dentro?!

Vou tentar resumir porque costumo enrolar bastante.. basicamente eu sou casado, morava com minha esposa até o início desse ano quando vim trabalhar no exterior, no mês de dezembro tive o salário atrasado e passei o aniversário dela, natal e ano novo sem dinheiro, isso me deixou muito triste por não poder agradar ela nessas datas tão especiais... Minha esposa sempre tentou me ajudar financeiramente mas eu que banco a grande parte das contas do dia a dia.. no começo do ano vim trabalhar uma temporada no exterior para melhorar nossa situação financeira e no fim dessa temporada era pra ela vir para trabalharmos juntos, porém ela não tirou o passaporte e por causa do covid-19 resolveu não vir porque ela tem imunidade baixa e não queria arriscar pegar o vírus, então decidimos que eu ficaria no exterior mais uma temporada porque se voltasse pro Brasil agora iríamos quebrar... Relacionamento a distância é difícil e eu tenho problemas em me comunicar e demonstrar sentimentos, essas últimas semanas discutimos frequentemente, e hoje após mais uma discussão ela citou se divorciar pela quinquagésima vez... Então acabamos a conversa com ela falando q quando eu voltasse os papéis pro divórcio estariam lá pra eu assinar... Eu amo muito ela mas não consigo sentir nada, não estou triste, nem bravo, nem feliz, estou anestesiado, não sei como reagir, não consigo sentir vontade de "correr atrás" e tentar reestabelecer o relacionamento mas sei que não quero que isso acabe assim ...
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2020.04.08 04:27 Silent-Estate Preciso de ajuda.

Bem, como começar...
Sou usuario do reddit ha alguns anos, mas criei essa account para fazer esse desabafo, e também preciso de uma opnião sincera, ainda que doa. Eu provavelmente deletarei essa conta, mas levarei comigo o aprendizado que tiver com voces, aqui.
Sou casado desde 2012, e cometi varios vacilos. Desde uma vez que uma ex namorada me deu mole, e eu caí, até uma colega de trabalho casada que dizia estar carente, eu fiquei tocando as conversas mas nunca tive coragem de fazer nada, sequer trocar nudes eu tinha coragem. Eu apenas conversava, tinha altos papos, e era uma coisa que eu sentia falta em casa.
Os tempos mudaram, e eu parei com tudo isso. Mas infelizmente, como uma das minhas resoluções era mudar de emprego, fiz um concurso e comecei a trabalhar como funcionario publico. O serviço era muito, muito estressante, e eu acabava levando esse estresse pra casa... tratava a todos com muita grosseria, meu filho chegou a mudar de ideia sobre mim dizendo que eu estava muito bravo.
Em janeiro de 2020, eu decidi que ia mudar muitas coisas. Decidi que ia mudar meu jeito de pensar quanto ao meu trabalho, que ia procurar um jeito de nao levar tudo isso pra casa. Decidi que ia ser um pai melhor para o meu filho, e que ia ser um marido menos grosso.
Essa resolução durou 20 dias. Sem querer fiz uma transferencia entre contas, e coloquei a conta errada (estava com 1300 reais negativos) e acabei ficando sem salario. Foi o maior desespero que tive na vida, um medo infinito de ver meu filho e a minha esposa necessitando algo.
Na segunda feira, choveu. Eu como agente de campo, tive que ficar em casa, e aproveitei o tempo livre pra tentar resolver o problema do meu salario vendendo o carro que tinha na epoca. Depois da negociação feita, eu vi o celular da minha esposa carregando n braço do sofá, do meu lado, e como sabia que tinha fotos de uma tatuagem recente na lixeira, fui ver. Lá estava um video de um homem se masturbando no banho, e outro video do mesmo cara ejaculando. Junto, estava um video dela também se masturbando, e completamente excitada, como eu não via há anos. A data coincidia com o dia que aconteceu a confusão com as contas.
Na hora abri o whatapp. A conversa com o primo dela, estava apagada pela metade, e eu vi uma foto do mesmo lugar que estava no video. Ela negou que fosse ele, mas acabou por confessar que estava com medo de eu fazer algum escândalo.
Me disse também que sabia de todas as conversas que tive com todas as mulheres esse tempo todo de casado, e que não se diferenciava em nada do que ela tinha feito. Me disse que um simples "bom dia" que eu falei pra moça da padaria era traição também.
Claro que perdi o chão. Claro que fiquei me achando um idiota. Um completo retardado. E até hoje nada que ela diga, me faz confiar plenamente nela, não importa em qual situação seja. O que mais me dói é a falta que faz meu filho de 6 anos, meu grande companheiro, meu melhor amigo.
Eu deveria por um fim nisso? Cada vez que me lembro de quem sou, de como sou, do meu peso e de tudo mais, eu sinto um aperto gigante no peito, e começo a pensar em como eu sou tão pouco nessa vida, a ponto de ser trocado.
O pior de tudo, é que o cara é realmente um primo dela. Ele nunca vai sair da vida dela.
Alguem pode me ajudar? Tô muito perdido, e não adianta nem pensar em suicidio porque está descartado: nem pra isso tenho coragem.
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2020.01.09 15:09 exsoldierakechi Algumas dicas que podem ajudar a conseguir ou manter um emprego.

Aviso post longo! Edit: Obrigado pelos silver ninja!
Colegas do reddit, tinha feito esse post na bolha mas como alguns comentaram pedindo pra trazer pra cá no tópico que fiz sobre a recepção deles lá ( https://www.reddit.com/brasilivre/comments/em3aas/a_bolha_%C3%A9_foda_mesmo_achei_que_era_exagero_mas/ ) Resolvi refazer o post aqui.
Talvez eu troque algumas palavras pois apaguei o post lá de desgosto, mas a idéia é postar aqui e talvez ajudar um ou outro que esteja precisando, as vezes dá uma força extra, vou adicionar alguns pontos que não adicionei antes que podem ajudar.
Lembrando que não sou do RH, trabalho direto na produção e faço a seleção de novos funcionários ou passo direto pra direção quando precisa ter alguma demissão, meu cargo é o intermediário entre um gerente e um diretor, a empresa tem cerca de 100 funcionários e não é nenhuma multinacional. Também acompanho contratações de pessoal pro administrativo ou dou sugestões e afins, então acompanho alguns casos. Boa parte das empresas que não são gigantes não tem um "RH" pra fazer contratações, afinal quem sabe a necessidade real da produção e o perfil necessário é quem tá todo dia no chão de fábrica.
Também vou comentar alguns empregos que você pode conseguir com pouco/nenhum investimento que podem dar retorno e tem uma demanda alta no mercado.
Alguns desses pontos pra você pode parecer discriminação, ou reclamação gratuita, mas eu não vim dizer que tá certo ou errado, só como é pela experiência nesse e em outros trabalhos.Bora lá!
Procurando emprego:
-Se você se formou depois dos 17 anos no ensino médio, é jovem e está procurando emprego, saiba que algumas portas já se fecharam pois isso pode ser mal visto por alguns patrões como preguiça ou falta de interesse, lembra quando os pais mandavam estudar? pois é. Então se você é jovem ou adolescente, corre atrás e vá estudar! Meu patrão mesmo já diz "se não quis nem estudar, quanto mais trabalhar pra valer".
-Acorde cedo. Se esforce e mantenha apresentável, vá em empresas e lugares que ninguém foi, mesmo que um pouco mais afastado. descubra onde é o polo industrial mais próximo da sua casa/cidade, vá até lá e veja quais são as opções. As vezes você pode dar sorte. Já tivemos muitos jovens que nem olhamos o curriculo com remela na cara as 11 da manhã e todo desleixado de chinelo entregando curriculo. Sei que tá dificil e desmotiva alguns, mas não desmotivar é o que te torna diferente e faz ser visivel a diferença só de olhar pra você.
-Tenha boas referências. Considerando a era que estamos é quase certeza que seu facebook vai ser visto. Nenhum empresa quer um funcionário que posta conteúdo racista e agressivo, um detalhe particular que minha empresa se encaixa é que ela corta automaticamente quem posta que bebe demais domingo a noite. Pois já tivemos vários problemas com funcionários faltando segunda feira por estar "com dor de cabeça".
-Empregos com insalubridade. Algumas pessoas podem ter receios mas boa parte deles tem uma demanda alta por novos funcionários e seguindo todas normas de segurança, você não vai ter risco algum ou quase nulo. Além do adicional que pode variar de 10 a 40%. Vale lembrar que isso não se aplica a todas as vagas.
-Saiba com quem falar. Observe a empresa, quando for entregar um currículo abra o site dela no celular, da pra ter noção do tamanho só de ver as fotos ou se a mesma nem tiver um site. Se for uma empresa pequena, tente falar diretamente com alguém responsável, seja simpático mas não force a barra, pois as pessoas costumam estar ocupadas, mas com sorte elas tem ali 1~2 minutos pra falar com você. Não esqueça de agradecer pela pessoa pegar o currículo ao menos olhando ela nos olhos e não aquele "bigado" já saindo andando.Isso é muito mais fácil em coisas do tipo mecânica, eletricista, borracharias e outros comércios com trabalho mais puxado, pois costumam ter poucos funcionários e geralmente é só o dono e mais um ou dois.
-Olhe o crachá das pessoas. Caso entregue um currículo ou qualquer coisa do tipo pra uma recepcionista, porteiro ou afins, olhe o crachá da pessoa se possível e diga "bom dia, fulano", "obrigado fulano" e "conto com você fulano" quando se despedir. Isso cria um vínculo mesmo que leve e a pessoa vai se lembrar melhor. Além do psicológico do "conto com você" dar uma motivação extra involuntária. Tratar as pessoas como pessoas e não como uniformes ajuda bastante.
-Pegue empregos indesejáveis. As vezes você se formou em algo como ciência da computação mas só tem emprego vago no McDonalds? Paciência, emprego é emprego, e as contas não perguntam de onde vem o dinheiro mas tem que ser pagas de qualquer forma. Não é humilhação servir os outros, e é algo que até mesmo diretores de empresa tem que fazer as vezes.
-Está dificil, mas não impossível. Você procurou em todos lugares? tem disponibilidade pra ir pra longe? foi em LITERALMENTE todos os lugares possíveis? Ficou de olho naquele Subway ou Burguer King que acabou de inaugurar? viu algum canteiro de obras mais informal ou alguém construindo uma casa num bairro afastado? Vale a pena dar uma conferida, o que você tem a perder?
-Seja oportunista da forma certa. Pode parecer pesado mas infelizmente se alguém sai, outro precisa entrar. Se alguém perder o emprego existe uma boa chance de a vaga dessa pessoa estar disponível. As vezes não era o perfil dela, ou ela arranjou algo melhor. Vale a pena falar com a pessoa se tiver a abertura pra isso.,meu cunhado arranjou um trabalho de garçom após ir na despedida de um amigo que foi morar no exterior dessa forma.
Dicas pro currículo:
-Adicione o campo de estado civil e idade. As vezes uma empresa pode querer um perfil de funcionário específico. Minha empresa contratou um jovem essa semana pois precisavamos de pessoas dispostas a aprender um trabalho do zero que não da pra aprender em cursos por aí. Então não podiamos pegar ninguém mais velho pra não trazer vícios de outros empregos. Por outro lado, pra uma função de maior confiança, a contratação foi de um pai de família pois por ele ter dependentes, ele arriscaria menos tomar decisões que pudessem causar uma demissão. Se está certo ou errado eu não sei, mas eu sei que na hora de desempatar são coisas que contam.
-Se você não tem vícios, escreva "Sem Vícios". Mas não faça isso se você bebe/fuma/usa drogas, pois quando descoberto pode causar vários problemas. Algumas empresas que trabalhei tem isso como um diferencial na hora de desempatar. Minha empresa por exemplo trabalha com produtos inflamáveis então se você fuma, seu "intervalo" pra isso acaba sendo maior por precisar sair das dependências dela pra isso por exemplo.
-Não encha linguiça. Aqueles campos que o povo adiciona objetivos, seja direto e claro. Não fique com textinho "Garanto desempenhar minhas funções com dedicação e bla bla bla" Porquê não adiciona em nada e 90% dos casos sabemos que você nem lê aquilo, quanto mais nós.
-Saiba destacar seus pontos fortes. Se você tem horários flexível, consegue trabalhar sob pressão, pontualidade e afins, adicione em um campo com seus talentos. Não force a barra pra não parecer exagerado, apenas 2 ou 3 pontos que você enxerga em você. Um dos maiores diferenciais em alguns empregos em empresas um pouco maiores que pode colocar é "facilidade em observar soluções pra problemas comuns" caso você de fato consiga fazer isso (e não seja pau no cu com isso caso contratado, saiba falar).
-Muitos empregos curtos em sequência sem crescimento mancham seu currículo. Como vão contratar alguém que ficou 6 meses em cada lugar, 4 lugares diferentes seguidos, em empregos "de entrada/mínimos"? Se você não conseguiu manter um emprego além do período necessário pra coleta de benefícios do governo, em alguns lugares isso pode afetar. Me lembro de ver um currículo uma vez e dizer "caraca, esse cara tem muito experiência" e o dono só comentar "ele tem é pouca estabilidade... olha a data de entrada e saída de cada lugar que trabalhou e o tempo de intervalo entre eles." Cada caso é um caso mas isso pode influenciar.
-Se você está disposto a trabalhar fora da sua área, marque isso no currículo. E omita algumas qualificações que não adicionam muito, dito isso;
-Tenha 2 currículos diferentes. Um pra sua área de formação/pretenção e um pra uso geral. No de uso geral você não vai adicionar "domínio de javascript" por exemplo pois um chefe de padaria não vai nem saber que porra é essa e vai achar que você é um universitário super caro e não alguém desesperado. Saiba quando e onde entregar cada currículo.
-Sempre tenha um currículo quando possível. Nunca se sabe quando você vai dar um rolê no shopping com alguém e vai ver um "procura-se". Não é vergonha aproveitar uma chance, e se estiver com um namorado(a)/marido/esposa/etc , ela deveria dar total apoio pra você aproveitar uma parada rápida. Está com mochila/bolsa? Curriculo dentro.
-Se você tem filhos, adicione "Casado, com filhos". Isso aumenta em alguns casos a questão da confiança de você querer manter o emprego, e em um eventual corte (como já ocorreu em um emprego anterior) o patrão falou "já que vamos cortar, corta quem não tem filhos antes..." Já me disseram que isso é ilegal mas independente disso, PODE acontecer.
-Mantenha o currículo em bom estado, sem amassados, com escrita decente, fonte clara (Arial ou Verdana) e sem firulas demais.
-Se inscreva em agências regionais e sites,mas não se prenda a eles.
-Quanto mais tempo você fica parado, mais dificil é arrumar trabalho, tenha isso em mente e não desista, não é impossível.
Dicas pra entrevista
-Não se atrase. E não adianta reclamar que o entrevistador atrasou ou como isso é injusto. Ele também tá errado mas ele já ta com o dele garantido. E você nunca sabe o motivo pelo atraso. Eu mesmo já atrasei uma entrevista em 40 minutos pra resolver um problema urgente de um cliente que trouxe uma economia de 300 mil pra ele. Você vale 300 mil pra empresa? O candidato perdeu a vaga por surtar com o atraso.
-Se vista adequadamente, fale adequadamente, seja simpático e sincero. Não force ou seja falso só seja você mesmo. Uma dica é falar como se estivesse falando com um professor que está corrigindo sua prova. Ele não tem motivos pra ter raiva de você mas ele espera seu melhor pois ele quer você ali, se tudo começar a sair uma merda, ele não vai ter interesse.
-Não dê respostas prontas pra perguntas prontas, não tente aumentar histórias, ser inconveniente ou enrolar o cara. pra cada entrevista que você vai o entrevistador faz 10x mais e vai te bater por simples experiência. Não diga que sabe algo que não sabe.
-As vezes ele não vai com sua cara, e não vai te contratar, as vezes por bons ou maus motivos. Mantenha a porta aberta e seja educado ainda assim, e "te ligamos" não é um não disfarçado sempre. As vezes a pessoa tem mais de uma boa opção e precisa analisar as opções.
-Se prepare. pesquise a empresa, o site, leia relatos em sites como Glassdoor e LinkedIn, saiba sobre o lugar que vai trabalhar. Você vai passar ao menos 1/3 do seu dia lá dentro.
Dicas após contratado:
-Não se atrase, não falte, não enrole, faça seu trabalho. Não tente ser esperto, não vacila!
-Não é porque existe "atestado médico" que a direção é troxa e não sabe que você está abusando. Use com bom senso pra não ficar queimado.
-As vezes você vai fazer coisas que não são da sua área. Isso faz parte e muitas vezes não é ideal, mas 5 minutos a mais no fim do dia quando você vê seu chefe carregando algum material urgente ou precisando imprimir alguma coisa e levar em outro setor urgente não vão te custar nada e dão destaque. Só não pode ser algo diário, mas em exceções é o que faz a diferença.
-Aprenda sobre o trabalho dos outros. Se você tem flexibilidade pra andar por outros setores, falar com funcionários (falar, não enrolar), observe o trabalho, pergunte como faz, se mostre interessado. Ajude o setor que empacota a fechar caixas, passa durex, da uma força. São esses funcionários que fazem a diferença. Vale lembrar que isso não se aplica a todas vagas ou lugares. Na empresa onde trabalho a moça que entrou com salário de 700 reais como recepcionista 15 anos atrás hoje é a administradora geral que cuida de todo escritório, RH e financeiro, e tem salário de mais de 6000 só com uma graduação de adm, e um dos pontos que ela sempre comentou foi "no final do dia eu anotava tudo que fiz no dia em um caderno e tudo que ia ter pendente no dia seguinte, assim eu sempre sabia o que precisava e um dia tinha uma informação crítica aqui que passou despercebido por uma das vendedoras. Fui promovida na hora".
-Nunca dê 100% de si, dê 90%. Assim quando a empresa passar por uma correria, ou aperto, você pode dar 100% sem se desgastar e pode fazer a diferença.
-Aproveite as oportunidades de horas extras quando puder. Além do dinheiro extra, você se mostra alguém comprometido.
-Não fique pendurado no celular, enrolando no banheiro, ou fazendo coisas que claramente você perde tempo. Ninguém é burro de não perceber a longo prazo. Caso tenha necessidade disso por emergência ou dor de barriga, discretamente comente com um superior ou alguém responsável como "nossa, comi alguma coisa que pesou, seloco" ou algo do tipo. Ou se está esperando o contato de alguém importante.
-Siga as regras. Não roube materiais da empresa pois você vai se queimar nela e em várias oportunidades futuras. Não assedie os/as colegas de trabalho, não importa o quão bonito/a ele/a seja. Mantenha o profissionalismo (E se a empresa autoriza relacionamento entre funcionários E for reciproco, mantenha fora do local de trabalho).Não grite por mais que seu chefe grite ou aja igual babaca, mantenha o nível, saiba respeitar e exija respeito.
Dicas de bons empregos pra se procurar:
-Professor de Inglês : boa parte do reddit ao menos tem um inglês razoável. Se você consegue falar bem e explicar a um nível aceitável, Escolas de inglês SEMPRE estão procurando professores. E eles vão te treinar totalmente sobre como fazer isso. Escolas mais fuleiras (como a DataByte ou Microlins) costumam pagar entre 10 e 15 reais a hora, e em minha entrevista ele estava tão desesperado que não tinha ninguém pra fazer a entrevista em inglês e só pediu pra ler 2 paginas de um livro e já era. Em escolas intermediárias (PBF, CNA, etc) o salário pode ser de 12~18 reais por hora (alguns sendo registrado por dias, como empregos convencionais) e a entrevista geralmente é um teste escrito e uma curta conversa. Em escolas de mais nome (Cultura Inglesa, Wizard-onde trabalhei-) O salário inicial é na faixa de 18~19 reais a hora, após 6 meses se dedicando é normal te darem turmas pra cargas de até 100~120 horas mensais caso você tenha interesse. Isso sem experiência anterior, sem certificado ou requisitos absurdos, só saber falar e explicar, e eles ainda te dão curso/treinamento completo caso precise sobre postura em sala, liderança e afins. Quando saí de lá após 4 anos já tinha salário de 26 reais a hora, MUITOS contatos com ex alunos, colegas e pessoas legais e ajudou muito no crescimento profissional. Nada mal pra um emprego que não exigiu experiência, todo semestre tinha 2~3 contratações e um ambiente extremamente aconchegante e animado de trabalho(porém puxado). Muitos colegas tiveram seu primeiro emprego lá e acabaram pegando amor pelo trabalho e hoje são excelentes professores. Faça um simulado de TOEIC online e se você acertou 60~70%, muito provavelmente você já tem o nível necessário pra dar aula, ao menos da língua. Além de desenvolver MUITO meu vocabulário com detalhes novos, eu e outros professores não tinhamos problema algum em tirar duvidas bobas ou formas de explicar pra colegas menos experientes.
-Lanchonetes de fast food: Não preciso nem dizer pois é o emprego de entrada, quase sempre tem vagas, mas é um trabalho miserável, porém da pra pagar as contas.
-Aux de Enfermagem: Involve um custo inicial pra estudar, mas tem muita oferta de trabalho em UPAS (eles terceirizam alguns funcionários pela rotatividade alta), é um trabalho DOENTE de puxado mas rende um salário bom geralmente em escala 12/36. Além de te dar experiência invejavel pra area da saúde. Vale a pena se você não sabe o que quer da vida e tem vontade de entrar nessa área.
Técnico em Química: Isso depende muito da região mas minha empressa é dessa área, e sofremos MUITO, MUITO MESMO com a falta tanto de profissionais qualificados quanto de gente começando na área. Já tivemos funcionarios com seus 19 anos, que oferecemos pra PAGAR os estudos pra ele subir de cargo da expedição pro laboratório e ele não quis por "ser complicado", não é um curso fácil mas não é um bixo de sete cabeças. A técnica mais antiga aqui tem salário de 5000 reais e não tem faculdade. Inclusive vale analisar que alguns cargos da area simplesmente não tem um curso preparatório e precisam ser aprendidos em campo e com o tempo, então tudo nessa area tem uma boa perspectiva de carreira.
Empregos "Trades": Encanador, Eletricista, Mecânico e afins de qualidade sempre estão em falta. E muitos deles estão abertos a ter um "aprendiz", se você as vezes tem seus 15~16 anos, e conhece algum daqueles pequenos de bairro, ofereça pra ficar 2~3 horas depois da aula alguns dias só pra aprender como é, são empregos que pagam bem e tem falta de bons profissionais. Além de abrir uma porta pro futuro.
Bom é isso ai, espero que seja útil pra alguns de vocês, qualquer duvida posso tentar responder aqui e desejo boa sorte na caçada de 2020!
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2019.12.29 21:24 OneVagabond Fiz uma vasectomia aos 26 anos e sem filhos, PQP (Pergunta Qualquer Porra)

TL;DR NO FINAL!
Depois de meses procurando um urologista que realizasse o procedimento - todos se recusaram porque eu tenho fimose e gangrena nas bolas - finalmente consegui encontrar um que realizou sem problemas, então resolvi contar como foi e responder algumas dúvidas pra quem tiver:
TL;DR: Volta pro começo e leia esta merda
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2019.12.29 18:41 ihjao Fiz uma vasectomia aos 26 anos e sem filhos, PQC

Depois de meses procurando um urologista que realizasse o procedimento - não achei que tantos se recusariam - finalmente consegui encontrar um que realizou sem problemas, então resolvi contar como foi e responder algumas dúvidas pra quem tiver.
submitted by ihjao to brasil [link] [comments]


2019.10.26 04:02 altovaliriano O Protegido de Rosby

Link: https://warsandpoliticsoficeandfire.wordpress.com/2016/02/19/heirs-in-the-shadows-the-ward-at-rosby/
Autores: GoodQueenAly; @BryndenBFish

Introdução
A Casa de Rosby nas Terras da Coroa pode não parecer, à primeira vista, dinasticamente importante entre os domínios senhoriais de Westeros. Chamada por Brienne de "pouco mais que um lugarejo à beira da estrada", Rosby é juramentada diretamente ao rei no Trono de Ferro, mas seus recursos e influência são, na melhor das hipóteses, regionais. Seu último senhor, Gyles, era notável apenas por seu perene mal-estar, e sua morte não gerou mais do que um aceno desdenhoso de mão feito pela Rainha Regente.
Não obstante, o Grande Meistre Pycelle duas vezes manifestou preocupação em relação ao protegido do falecido Lorde Gyles, e seus comentários devem ser lembrados. Embora Cersei possa ter desconsiderado displicentemente o protegido de Gyles Rosby como não sendo um problema sério na sucessão de um núcleo relativamente insignificante nas Terras da Coroa, ela poderá ter motivos para arrepender-se de tais sentimentos no futuro. De fato, Cersei pode descobrir que o protegido de Rosby é um inimigo mais firme do que ela jamais poderia imaginar - alguém cuja lealdade política contrasta fortemente com a dela.
[...]
Casa Rosby de Rosby
Um pouco de história sobre a própria Casa Rosby pode servir para contextualizar - e potencialmente prenunciar (foreshadow)- o problema da sucessão de Rosby enfrentado em O Festim dos Corvos. Rosby é uma Casa antiga, datando, no mínimo, da invasão dos Ândalos, sendo provavelmente mais antiga do que isso: o segundo rei Justman a governar as Terras do Rio incorporou Valdocaso, Rosby e o local onde futuramente seria Porto Real a seu Reino dos Rios e Colinas, enquanto o segundo rei Hoare fez os Rosbys vassalos dos homens de ferro. Talvez previsivelmente, dada a crueldade do rei Harren Hoare, os Rosbys estavam ansiosos para se livrar de seus senhores nascidos do ferro; Rosby foi uma das primeiras casas de Westeros a dobrar os joelhos para os Targaryen, rendendo-se a Rhaenys sem luta.
Os Rosbys permaneceram fiéis ao regime Targaryen, mas também não se intimidaram em demonstrar opiniões políticas independentes. Durante a Dança dos Dragões, por exemplo, Lorde Rosby, juntamente com Lorde Stokeworth, eram inicialmente apoiadores de Rhaenyra, mas ambos passaram a apoiar Aegon II (presumivelmente após Criston Cole atacar as casas que faziam parte dos "pretos" nas Terras da Coroa); Rhaenyra executou posteriormente os dois. Sua decisão, no entanto, não viria sem custo para ela mesma. Ao final da guerra, quando Rhaenyra fugiu de Porto Real sob o manto da escuridão, ela esperava encontrar abrigo e apoio entre seus senhores das Terras da Coroa. Em vez disso, encontrou os portões de Rosby firmemente fechados para ela, e o castelão de Stokeworth permitiu-lhe apenas uma noite de estadia.
A riqueza de Rosby não é grande, mas o que faz de Rosby um lugar com potencial importância estratégica é seu uso durante a guerra. Porto Real depende de importações para sobreviver. Durante o tempo de paz, a Campina e as Terras Fluviais servem como celeiros férteis para o bem-estar da capital. Entretanto, se uma delas – ou (que os Sete não permitam!) ambas - forem isoladas da cidade, Porto Real deve recorrer a Rosby e Stokeworth para se abastecer. Esses suprimentos limitados podem levar à escassez aguda de alimentos na capital, mas os alimentos fornecidos por Rosbys e Stokeworths seriam a única alternativa da capital contra a fome total.
O último homem a dominar essa casa menor-mas-notável foi Gyles Rosby. Durante a maior parte da Guerra dos Cinco Reis, Gyles serviu em grande parte como um observador quase invisível dos eventos na corte de Porto Real. Embora o príncipe Tommen tenha passado a Batalha da Água Negra abrigado com segurança atrás dos muros de Rosby, Lorde Gyles passou a batalha na Fortaleza Vermelha com Cersei, Sansa e as mulheres. Inesperadamente, no entanto (sem dúvida para ele, acima de tudo), Gyles chegou ao poder em O Festim dos Corvos: a Rainha Regente Cersei, profundamente desconfiada do potencial candidato dos Tyrell para o cargo de Mestre da moeda, preferiu nomear Lorde Gyles.
O cargo não era fácil, pior ainda com a tosse debilitante do senhor de Rosby. Assediado por um enviado do Banco de Ferro (a quem a coroa devia, e ainda deve, débitos enormes, os quais a coroa não pagará até que a Guerra dos Cinco Reis estiver definitivamente acabada), Lorde Gyles por fim viu a pressão do compromisso cobrar taxas elevadas de seu frágil sistema. Derrotado, Gyles acabou morrendo da tosse.
Gyles Rosby aparentemente nunca se casara e certamente nunca teve filhos legítimos. Então, quando o Lorde Tesoureiro morreu, a sucessão às terras de Rosby seria motivo de preocupação para seu suserano - a rainha regente, Cersei Lannister. Para surpresa do Grande Meistre Pycelle, no entanto, a rainha não parecia preocupada com a situação:
– E quanto a Lorde Gyles, não há dúvida de que o Pai no Céu o julgará com justiça. Não deixou filhos?
– Não há filhos de sua semente, mas há um protegido...
– ... que não é do seu sangue – Cersei ignorou aquele aborrecimento com um golpe de mão. (AFFC, Cersei IX)
Cersei ofereceu sua própria solução drástica: alegar que Lorde Gyles desejava deixar suas terras e propriedades para a Coroa, encher os cofres reais com a riqueza de Rosby e conceder ao castelo algum detentor leal (como seu amado almirante, Aurane Waters). O Grande Meistre Pycelle, no entanto, tinha reservas significativas à sugestão de que a coroa simplesmente deveria apropriar-se de Rosby e apresentou um potencial problema no estratagema de Cersei:
– Lorde Gyles adorava Vossa Graça de todo o coração – Pycelle disse –, mas... seu protegido...
No entanto, Cersei parecia despreocupada que o protegido representasse alguma dificuldade:
– ... sem dúvida irá compreender, depois de ouvir você falar do desejo expresso por Lorde Gyles ao morrer. Vá, e cuide do assunto. (AFFC, Cersei IX)
As míopes maquinações políticas de Cersei enquanto regente não são o assunto deste ensaio, mas sua rápida negação do problema de Rosby (combinada com sua solução pró-coroa) pode nos induzir a erro sobre quão perigoso o protegido de Gyles poderia ser. As palavras de Pycelle parecem sugerir que a ala de Rosby não era apenas um adulto (e, portanto, poderia oferecer resistência à trama da coroa), mas alguém que estaria interessado na herança de Rosby como um herdeiro em potencial – e que veria como inimizade o controle do regime Lannister sobre o assunto. Naturalmente, para permanecer como herdeiro de Lorde Gyles, o protegido teria que ser um parente - alguém que pudesse ter laços de sangue com o pobre e tossegoso tesoureiro e herdar o castelo e as terras.
Digite Olyvar Frey.
O Frey com manto de arminho
Um Frey interessado na herança de Rosby pode parecer estranho à primeira vista. As Gêmeas certamente não são vizinhos próximos das terras de Rosby, nem Walder Frey é um herdeiro óbvio do legado de Rosby. Embora o atrasado Lorde Frey possa não estar na linha de sucessão de uma Casa nas Terras da Coroa, um de seus filhos pode muito bem estar: Olyvar Frey.
Olyvar Frey é o décimo oitavo filho de Walder Frey e o quarto filho de seu casamento com Bethany Rosby. Não está clara qual é a relação de Lady Bethany com Gyles, mas, seja irmã, sobrinha ou prima, Bethany era parente do Tesoureiro nomeado por Cersei. A casa Rosby pode não ser notada pela robustez, mas Bethany conseguiu dar a Walder quatro filhos e uma filha. Os dois mais velhos, Perwn e Benfrey, eram cavaleiros no início de A Guerra dos Tronos; o terceiro filho Willamen foi enviado para a Cidadela, enquanto a única filha Roslin se casaria mais tarde com Edmure Tully.
E o próprio Olyvar? Parece muito provável que, quando menino, Olyvar foi criado com seu parente, Gyles, em Rosby. Os filhos e descendentes do Senhor da Travessia já haviam morado com as casas de parentes maternos antes: Merrett Frey serviu como pajem e escudeiro para Sumner Crakehall, parente de sua mãe Amarei; Geremy Frey, casado com Carolei Waynwood, enviou seu filho e filha para Ferrobles como escudeiro e protegida. Aparentemente inexistindo outro membro da família em Rosby, Lorde Gyles seria a única opção para olhar por esse Frey meio Rosby; como Gyles não tinha filhos, talvez Gyles (ou Walder) estivesse considerando nomear um dos Freys-Rosby como seu herdeiro (da mesma forma que Leobald Tallhart desejava que Lady Hornwood nomeasse o sobrinho de seu marido, Beren Tallhart, herdeiro de Hornwood).
Olyvar, no entanto, é apresentado pela primeira vez nas Gêmeas, após a negociação de Catelyn com Lorde Walder:
– O filho de Lorde Frey, Olyvar, virá conosco – ela prosseguiu. – Deverá servir como seu escudeiro pessoal. O pai quer vê-lo feito cavaleiro a seu tempo. (AGOT, Catelyn IX)
Essa afirmação, contudo, não deveria ser tomada como evidência de que Olyvar não teria sido protegido de Rosby. Mesmo quando Robert Baratheon e Eddard Stark foram protegidos no Ninho da Águia, eles faziam visitas ocasionais a seus respectivos lares (viagens tão longas, se não mais, do que a estrada entre As Gêmeas e Rosby); além disso, quando Ned e Robert completaram 16 anos, os dois garotos ficaram livres para ir e vir do Ninho da Águia à vontade. Olyvar tinha 17 ou 18 anos durante A Guerra dos Tronos, um homem adulto, e uma visita às Gêmeas não seria algo impossível (ou sequer improvável).
Além disso, não surpreende que Walder aproveitasse essa oportunidade caso seu filho estivesse em casa em uma visita, vindo de onde era protegido. Embora Olyvar possa parecer velho demais para um escudeiro nobre - dois anos mais velho que Robb, quando a maioria dos meninos de nascimento nobre começa o serviço entre nove e 12 anos – uma criação em Rosby explicaria claramente essa situação. Gyles, sempre considerado um homem fraco e doentio, dificilmente poderia ter treinado Olyvar nos aspectos marciais da cavalaria, e quando a reputação do cavaleiro tem um impacto tão profundo sobre o de seu escudeiro, ser armado cavaleiro por qualquer outra pessoa em Rosby simplesmente não transmitiria a importância necessária da graduação de Olyvar na cavalaria. Robb Stark, por outro lado, era jovem e marcial: como o novo Lorde de Winterfell, Robb poderia instruir um cavaleiro assim como trazer honra a qualquer garoto ou homem que se tornasse seu escudeiro. Assim, Olyvar poderia se tornar cavaleiro com a cerimônia e a grandeza adequadas ao seu sangue nobre.
De sua parte, Olyvar nunca reclamou de servir a um senhor (e subsequentemente rei) dois anos mais novo que ele: em vez disso, Olyvar completou seus deveres de escudeiro com muita dedicação. Sabe-se que Olyvar lutou como membro da guarda pessoal de Robb durante a Batalha do Bosque dos Sussurros, desempenhou funções cerimoniais enquanto o rei Robb fazia audiências em sua corte e acompanhou o rei em sua campanha pelas Terras Ocidentais. De fato, sua dedicação ao Jovem Lobo era tal que Olyvar estava disposto a ignorar o grande insulto à Casa Frey que foi o casamento de Robb com os Westerling - uma indulgência não compartilhada por seus parentes Frey:
– Não era essa a minha intenção. Sor Stevron morreu por mim, e Olyvar foi um escudeiro tão leal como qualquer rei pode desejar. Pediu para ficar comigo, mas Sor Ryman levou-o com os outros. (ASOS, Catelyn II)
Enquanto Walder Frey e Roose Bolton conspiravam para assassinar Robb Stark, os Frey tiveram o cuidado de apartar aqueles membros da família que eles suspeitassem permanecerem leais ao rei que eles antes aclamavam. Olyvar e seu irmão mais velho, Perwyn, ocuparam o topo da lista:
– Tinha a esperança de pedir a Olyvar para me servir como escudeiro quando marchássemos para o norte – disse Robb –, mas não o vejo aqui. Estará no outro banquete?
– Olyvar? – Sor Ryman balançou a cabeça. – Não. Olyvar não. Partiu... partiu dos castelos. Dever.
– Compreendo. – O tom de Robb sugeria o contrário. (ASOS, Catelyn VII)
Catelyn esbofeteou-o com tanta força que lhe abriu o lábio. Olyvar, pensou, e Perwyn, Alesander, todos ausentes. E Roslin chorou... (ASOS, Catelyn VII)
“Deveres” afastaram esses leais Freys das Gêmeas na época do casamento vermelho, e “deveres” aparentemente ainda mantêm Olyvar longe de casa: nenhuma menção a ele é feita após o massacre. Se Olyvar já servira com protegido em Rosby antes, Rosby poderia parecer o local natural para onde Olyvar iria durante o Casamento Vermelho. Longe das Gêmeas e, principalmente, sem importância política, Rosby serviria como um exílio interno temporário, no qual Olyvar estaria impedido de tentar qualquer movimento tolo para restabelecer a monarquia Stark.
Olyvar, no entanto, sempre foi lembrado por sua forte lealdade pessoal a Robb Stark. Essa lealdade desapareceria com um mero encarceramento clandestino em Rosby? Ou, ao contrário, Olyvar buscaria vingança contra os responsáveis ​​pelo assassinato grosseiramente traiçoeiro do rei a quem ele havia servido tão fielmente?
O Jovem Protegido
A oportunidade de Olyvar se reafirmar começou no final de O Festim dos Corvos. Cersei anunciara seu plano de engolir Rosby com pouca consideração sobre o que o protegido de Rosby diria sobre o assunto. A rainha comentou que o protegido não era do sangue de Gyles, como se quisesse enfatizar a tênue conexão que ele tinha com a herança de Rosby. A casa paterna de Olyvar é Frey, e então Cersei - nunca muito meticulosa com assuntos que não concerniam a ela - pode nunca ter se dado ao trabalho de descobrir que Olyvar tinha descendência direta de Rosby e, portanto, simplesmente concluiu "não é do seu sangue". No entanto, mesmo sem ter o sobrenome “Rosby” ou ser descendente do próprio Gyles, Olyvar poderia representar uma verdadeira ameaça para a questão da sucessão em Rosby. Seu sangue de Rosby provavelmente seria pelo menos tão próximo da linhagem de Gyles quanto o de Falyse, ou até mais (esta última era apenas a prima em terceiro grau do falecido Lorde Rosby); além disso, o jovem Olyvar teria cerca de dezoito ou dezenove anos, suficientemente velho para causar problemas se decidisse reivindicar seus direitos a Rosby.
De fato, o protegido agiu com forte convicção durante O Festim dos Corvos (mesmo antes da morte de seu pai de criação, Gyles). Falyse, herdeira de Stokeworth, vizinho de Rosby, havia voltado para casa brevemente no início de O Festim dos Corvos, mas logo depois voltou para a capital. Sua curta jornada, no entanto, teve consequências:
– Desconfortável – lamentou-se Falyse. – Choveu quase o dia todo. Pensávamos em passar a noite em Rosby, mas aquele jovem protegido de Lorde Gyles nos recusou hospitalidade – fungou. – Guarde minhas palavras. Quando Gyles morrer, aquele desgraçado malnascido há de fugir com o seu ouro. Até pode tentar exigir as terras e a senhoria, embora legitimamente Rosby deva passar para as nossas mãos quando Gyles falecer. (AFFC, Cersei V)
A descrição desdenhosa de Falyse do protegido como um "desgraçado malnascido" não deve sugerir que o protegido não possa ser Olyvar Frey, só porque Olyvar é de nascimento nobre. Suas palavras afiadas podem simplesmente ter motivação pessoal - aborrecimento por um vizinho recusar o que deveria ser dado a uma herdeira e cortesã das Terras da Coroa, uma violação das boas maneiras entre vizinhos. Por outro lado, Falyse poderia estar se referindo à vil reputação que Casa Frey ganhou desde o Casamento Vermelho. Embora nominalmente aliados do Trono de Ferro, com Emmon Frey sendo o novo Lorde de Correrio, a traição explícita do Casamento Vermelho minou a reputação dos Frey em Westeros:
– As Gêmeas também apoiaram a causa do Jovem Lobo – lembrou aos Frey. – Depois o traíram. Isso faz que sejam duas vezes mais traiçoeiros do que Piper” (AFFC, Jaime VI)
– Guarde seu aço, sor! É um Corbray ou um Frey? Aqui somos hóspedes. (AFFC, Alayne I)
Simplesmente levar o nome de "Frey" marcaria Olyvar como parente de assassinos de reis e violadores do antigo e sagrado direito de hóspede. Falyse também reconheceu a possibilidade de que o protegido tentasse reivindicar o senhorio quando da morte de Gyles - uma sugestão, talvez, de que Falyse sabia que o protegido teria algum direito a Rosby por sangue (embora ela tenha sublinhado rapidamente que ela tinha uma pretensão mais forte - um ponto que não pode ser discutido enquanto a conexão de Bethany Rosby com a linha de Gyles permanecer desconhecida). A declaração de Falyse de que o protegido era jovem também não deveria excluir a possibilidade de ser Olyvar; presumivelmente, se o protegido fosse jovem como uma criança, o castelão de Rosby teria tomado a decisão sobre quem poderia permanecer como convidado (como fez o castelão de Rosby durante a Dança).
De certa forma, então, haveria uma ironia divertida na ação do protegido de Rosby, se o jovem fosse de fato Olyvar Frey. Embora nascido nos costumes sulistas das Terras Fluviais, Olyvar estaria ciente da importância do direito do hóspede:
Um costume notável que é mais caro para os nortenhos do que qualquer outro é o direito de hóspede, a tradição de hospitalidade pela qual um homem não pode causar dano a um hóspede sob seu teto, nem um convidado ao seu anfitrião. Os ândalos tinham algo parecido com isso também, mas é algo muito menos presente nas mentes sulistas. [...] Só o assassinato de parentes é considerado tão pecaminoso quanto as violações das leis da hospitalidade. (TWOIAF, O Norte)
Saber que seus parentes nas Gêmeas haviam oferecido falsamente ao rei Robb e à mãe a proteção do direito de hóspede e depois assassinado os convidados leais no casamento teria sido, portanto, profundamente chocante e espantoso para o jovem Olyvar. Quando Falyse Stokeworth chegou à sua porta, então - uma notória simpatizante e aliada dos Lannister - Olyvar aproveitou a oportunidade para demonstrar o quão fortemente ele ainda acreditava no direito dos hóspedes. Embora os Lannisters e seus parentes traiçoeiros não acreditassem nas obrigações de um anfitrião para com um hóspede, Olyvar mostraria que sabia o que significava direito de hóspede. Ele não se comprometeria com gente próxima dos violadores do direito dos hóspedes, recusando-se fornecer salvo conduto aos aliados daqueles que desafiavam abertamente uma das tradições mais antigas e sagradas de Westeros.
A herança de Rosby
No epílogo de A Dança dos Dragões, o problema de Rosby permanece sem resolução:
Há mais alguma coisa?
O Grande Meistre consultou seus papéis.
– Devíamos endereçar a herança de Rosby . Seis petições foram colocadas...
– Podemos tratar de Rosby em alguma data futura. O que mais?
Não está claro quem faz parte da lista de Pycelle; presumivelmente, uma boa quantidade de famílias nas Terras da Coroa tem laços por casamento com a Casa Rosby. Também não está claro se o protegido de Rosby está nessa lista, apesar de que, como os únicos membros conhecidos da Casa Rosby na narrativa moderna sejam Lorde Gyles e Bethany, os filhos Frey desta última parecem altamente propensos a ser pelo menos um ponto de discussão na sucessão da Casa.
O próprio Olyvar provavelmente não seria o primeiro na fila para herdar Rosby; seu irmão mais velho, Perwyn, deveria legalmente vir antes dele em qualquer questão sucessória. É verdade que Gyles poderia ter nomeado Olyvar seu herdeiro a fim de manter Perwyn na linha das Gêmeas (da mesma forma que Leobald Tallhart ofereceu o próprio filho mais novo para manter seu mais velho, Benfred, com herdeiro de Praça de Torrhen), embora isso pareça uma pouco provável: Perwyn pode estar à frente de seus irmãos mais novos, mas ele e Olyvar são legalmente o septuagésimo terceiro e o septuagésimo sexto na linha das Gêmeas, respectivamente. Dificilmente próximos do Senhorio da Travessia.
Se Olyvar se considera o legítimo Lorde de Rosby, ou apenas o está segurando para seu igualmente honrado irmão Perwyn (Daven Lannister considera Perwyn um "tipo decente", especialmente quando comparado ao perigoso Walder Rivers), Olyvar como protegido de Rosby teria controle exclusivo sobre a sede nas Terras da Coroa em um futuro próximo. Esse controle pode representar um forte problema para Cersei, já que seu regime fragmentado enfrenta crescentes pressões externas. Com o Jovem Aegon marchando das Terras da Tempestade, certos senhores da Campina abandonando o leão pelo dragão, e as Terras Fluviais potencialmente experimentando ainda mais agitação no futuro, a capital provavelmente experimentará um novo cerco. Rosby seria a tradicional salvação alimentar de Porto Real - mas não sob Olyvar Frey.
Em vez disso, Rosby e Stokeworth podem simplesmente assistir Cersei desmoronar com a chegada do pretendente Targaryen, alterando suas lealdades e recusando qualquer ajuda à rainha, como aquelas sedes fizeram com Rhaenyra no passado. Stokeworth é governado agora por "Lorde" Bronn, um perfeito oportunista que sem dúvida veria mais prosperidade com o Jovem Dragon do que com Cersei e seu número decrescente de aliados. Olyvar, naturalmente, não deseja ver no poder a irmã do homem a quem Roose Bolton nomeou quando esfaqueou Robb. É verdade que Aegon não é o rei Stark que Olyvar serviu tão fielmente, mas a ajuda do jovem Frey ao pretendente Targaryen viria menos de sua adesão ideológica à causa Targaryen e mais de seu desejo de vingar seu falecido senhor. A história se repetiria, com uma rainha em Porto Real sendo novamente rejeitada pelos mestres de Rosby e Stokeworth - dois lugares que ela ignorara e desprezara no passado.
Curiosamente, Olyvar pode ainda encontrar um Stark para servir, em um lugar improvável. Seu irmão do meio, Willamen, treinado como meistre, agora serve à Casa Hunter em Solar do Longarco, uma casa proeminente, juramentada aos Arryns. Também no Vale, está Sansa Stark sob disfarce, a quem Mindinho planeja dar o Ninho da Águia (por casamento) e Winterfell. Se Olyvar deseja ver o herdeiro de Robb sentado em Winterfell, Sansa seria uma escolha óbvia. A rapidez com que Willamen descobriria que “Alayne Stone” é de fato a herdeira de Stark não é clara, mas, se o fizesse, Olyvar poderia declarar que Rosby não conhece nenhuma rainha além da rainha do Norte, cujo nome é Stark.
Conclusão
Que George R. R. Martin cuida de colocar várias camadas nos mistérios importantes dos livros não deve surpreender os leitores de As Crônicas de Gelo e Fogo. A herança de Rosby é apenas um mistério: mencionado com frequência suficiente para ficar na mente do leitor, mas não com tanta frequência que se torna óbvio demais – e que, aparentemente, só serviria à politicamente irrelevante questão de quem governará Rosby - o problema de Rosby deixa muito espaço para os leitores especularem. Tendo demonstrado as restrições que Rosby e Stokeworth podem exercer na capital, durante a Guerra dos Cinco Reis, e agora ocasionando tensões iguais no regime de Porto Real, o autor conseguiu tornar a questão comparativamente menor do herdeiro de Rosby em uma das grandes implicações políticas futuras.
Certamente, Olyvar Frey como protegido ou futuro Lorde de Rosby deve permanecer por enquanto no campo da especulação. No entanto, seu próximo e conhecido parentesco com Rosby - exclusivo de seu ramo da Casa Frey, em aparentemente toda Westeros - faz dele um candidato muito provável a pelo menos o primeiro e, possivelmente, o segundo título [Protegido, Lorde]. Trazer de volta um personagem terciário leal para esmagar ainda mais o reino de Cersei pode dar uma satisfação narrativa bem-vinda à história. Embora Freys tenha assassinado o rei Robb, a senhora sua mãe e companheiros, Olyvar poderia demonstrar que nem todos os Freys precisam ser traiçoeiros - e que aqueles que toleraram o assassinato de seu rei sofreriam as consequências.
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2019.08.18 23:10 redentor04 Quando um sujeito opta por ser infeliz

Amigo de longa data, globalista involuntário (ele não sabe o que é globalismo e não tem consciência que subscreve toda agenda globalista ponto por ponto), casado, com filho.
Nada na vida do cara acontece como ele quer. Tudo sempre dá errado e ele nunca chega nos seus objetivos. Casamento deu errado. Carreira não decola. Não conseguiu juntar patrimônio nenhum. Entrou em crise existencial porque percebeu que estava levando uma vida sem rumo ou sentido claro.
Motivo principal: como ele não sabe que é globalista ele não percebe que tudo na vida dele já foi programado.
Ele não percebe que as idéias que ele tem na cabeça dele não são dele. Portanto ele é incapaz de discernir entre os planos dele e os planos das pessoas que controlam ele a partir de instâncias muito superiores. Ele acha que pensa por conta própria, mas é um pau mandado com uma personalidade atrofiada.
Minha vida é o exato oposto da dele. Ele acha que eu tive ”sorte”. Aos poucos fui conversando com ele e tentando explicar como as coisas realmente funcionam. Que uma das coisas mais importantes da vida é você saber porque você acredita nas coisas que você acredita. De onde as idéias vem? Quando você passou a pensar da forma que pensa?
Pois só a partir disso você consegue dominar as circunstâncias e forçar a realidade na direção que VOCÊ quer.
Mas ele as vezes diz “eu sei que isso é meio básico para você, mas eu não tive essa base, hoje eu descobri tal e tal coisa.” Ele realmente acha que o conhecimento que eu tenho é algo muito avançado, algo que ele só pode alcançar com muito esforço. Ele está preso na mentalidade típica do nosso tempo: que se quisermos conquistar algo, isso necessita muito esforço da nossa parte. Que a vida tem que ser difícil. Que você tem que sofrer muito para conseguir o que você quer. Nada mais equivocado.
Eu tento explicar pra ele que a realidade funciona da forma oposta: aqueles que realizam muitas coisas e muito rápido, conseguem fazer isso apenas porque optam sempre pelo caminho mais fácil. Não perdem tempo reiventando a roda.
Alguém já passou por todos os problemas que você está enfrentando hoje e venceu. Você não precisa criar uma solução, você só precisa copia-la de quem já a encontrou.
Ora, libertar-de de amarras mentais é fácil, mas paradoxal. Para ser verdadeiramente livre, você precisa prender-se definitivamente a algo. Quando você se torna escravo consciente de algo, você ao menos sabe quem é o seu Senhor. Você ganha a capacidade de reconhecer instantaneamente as forças que agem sobre a sua vida. Meu Senhor me diz que aborto é crime, quem é que me diz o contrário? Meu Senhor em diz que casamento é entre homem e mulher, indissolúvel, quem é que disse o contrário? De onde vem tudo isso? Quem quer que eu acredite em algo que NÃO faz parte da MINHA fé?
"Ah, mas aborto não tem nada demais! Que idéias mais antiquadas sobre casamento, puta merda!"
Você está perdendo o foco com discussões secundárias inúteis. A única questão que importa é: quem é o seu Deus?
A escravidão voluntária lhe concede um sexto sentido. Uma espécie de radar que te localiza instantaneamente em qualquer terreno filosófico ou ideológico. Sem esse radar, você não sabe onde está. Sem esse sentido, você se torna escravo da última moda. Quem explora uma vasta floresta sem um ponto de referência imutável não está realmente explorando nada, está apenas perdido.
Ora, o meu ponto de referência imutável é a minha fé. Uma fé resoluta e inabalável que funciona como uma bússola. Que garante que meu barco vá sempre na direção que EU quero, e não na direção que o mar quer.
"Que fé o caralho! Você é um ignorante supersticioso!"
É aí que meu amigo trava também. Ele sempre se perde em discussões secundárias, inúteis. “Eu não tenho fé nem religião, essas coisas são superstições", diz ele. No fundo, ele não quer pensar sobre o que estou dizendo. Por que fazer isso significaria mudar, mas ele não quer mudar. Porque para mudar ele precisaria primeiro admitir que esteve pensando errado desde que nasceu. E admitir isso é FODA.
Ele escolhe com isso a pior escravidão que ele poderia escolher. A escravidão involuntária de quem pensa que age com liberdade, mas não. Ele continua escravo. Ele continua sofrendo. Ele continua sendo levado pelo vento, pela correnteza, na direção oposta que ele queria.
Ele prefere acreditar que eu tenho sorte. Que ele só precisa se esforçar mais para conseguir as coisas que ele quer. Que ele pode conquistar o que quer sem Deus, sem fé. A diferença entre ele e eu no fim das contas é uma só: eu vivo a vida da Graça, onde sou escravo por opção mas meu Senhor me guia na direção da verdadeira liberdade; e ele vive na vida da ilusão, onde um senhor desconhecido o leva onde ele não quer, e onde a liberdade é apenas uma palavra sem nenhum significado real.
Ele opta pelo sofrimento, e não há nada que eu possa fazer.
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2019.07.16 06:53 altovaliriano Cronograma da rebelião da Casa Dayne e o parentesco de Edric

Link: https://bit.ly/32sgp5E
Autor: @liesandarbor (uma das apresentadoras do podcast @girlsgonecanon).

Casa Dayne: a Casa misteriosa que nós amamos, e a casa da qual temos quase nenhum detalhe sobre. A primeira vista, somos deixados com os mistérios sobre Ashara, Arthur, quem é o bebê natimorto de Ashara, eles estão vivos? Quem! São! Eles!
George não nos forneceu muito sobra a Casa Dayne – e o fez por uma razão. Quando ele quer esconder informação de nós, rapaz, ele consegue.
Eu não planejo desmontar nada de importante para vocês hoje (Por exemplo: as loucas linhas do tempo de Ashara e Arthur não terão nenhum efeito real sobre o que estou tratando aqui), mas ao analisar toda esta informação insana, eu me vi com algumas questões. Especialmente em relação a Edric Dayne, seu pai (o “Dayne mais velho”), e quem diabos teria sido sua mãe.
A linha do tempo da Casa Dayne da Rebelião de Robert é muito esquisita quando você a prepara. A década de 280 DC é mal arranjada e cheia de nascimentos e mortes.
É aqui que vocês devem se aprontar, amigos – estamos partindo uma jornada animal.
[OMITI A LINHA DO TEMPO E APONTAMENTOS, VIDE NO LINK] 
Casamentos políticos vantajosos: Parte A
Allyria foi prometida a Beric Dondarrion quando ela tinha 12 anos. Alguém teve que fazer a promessa, e eu tenho certeza que não foi Edric Dayne, aos 7 anos de idade.
Nós não temos uma data estabelecida em texto para a morte do Dayne mis velho, mas em ASOS, parece que Edric Dayne aos 12 anos de idade não é Senhor [de Tombastela] há muito tempo. Quando Allyria foi prometida em 294 DC, Edric se tornou pajem de Beric, fazendo da promessa um acordo em pacote e, provavelmente, não um ato dele próprio. Edric tem 12 anos em 300 DC.
– Há quanto tempo é escudeiro de Lorde Beric? – perguntou, para afastar a mente dele dos problemas. – Ele tomou-me como pajem quando se comprometeu com a minha tia. – Tossiu. – Tinha sete anos, mas quando fiz dez me promoveu a escudeiro. Uma vez, ganhei um prêmio, avançando contra anéis.
Essa passagem do capítulo de Arya, combinada com diversas pequenas citações, nos fornecem pequenos detalhes que nos possibilita desvendar o quando e onde do comprometimento de Allyria e Ned Dayne. Mas elas não nos fornecem ideias sobre o porquê do compromisso entre Allyria e Beric Dondarrion, que tem um castelo nas Marcas e era o Senhor de Portonegro.
Casamentos políticos vantajosos: Parte B
Embora todos os personagens não contemplados pelos livros nem sempre precisem "ser" alguém – por exemplo, a esposa do Dayne mais velho é, na verdade, apenas a Senhora Dayne – eu não tenho dúvidas de que George definitivamente escreveu em algum lugar quem a esposa do Dayne mais velho era e quem é a mãe de Ned Dayne. Não, eu não acho que seja alguma teoria ou pessoa "secreta" - eu acho que há uma explicação perfeitamente lógica que nem diminui ou acrescenta muito à narrativa principal.
O escudeiro parecia a Arya bastante simpático; talvez um pouco tímido, mas de boa índole. Sempre tinha ouvido dizer que os dorneses eram baixos e trigueiros, com cabelos e pequenos olhos negros, mas Ned tinha grandes olhos azuis, tão escuros que quase pareciam púrpuras. E os cabelos eram de um louro claro, mais cinza do que mel.
Uma descrição física de Ned Dayne me fez suar a camisa. Não havia Hightowers ou Velaryons compatíveis com esta linha do tempo, tampouco nenhuma notável donzela de cabelos claros nascida dentro do período de 15 anos que poderia ser a metade de Ned. Quando toda a esperança parecia perdida, eu percebi que eu estava olhando para “quem”, embora politicamente, eu deveria estar procurando um “por que”.
Eu me virei para outra família de dorneses pedregosos, com quaisquer árvores genealógicas ou evidências textuais que pudéssemos ter.
Eu me virei para os Fowlers.
Os Fowlers, uma casa juramentada aos Martell, de nascimento alto o suficiente para ser um bom casamento de um herdeiro da Casa Dayne. Uma Casa famosa por donzelas morenas de cabelos loiros, e uma casa famosa por guerrear com Senhores das Marcas – apenas na primeira guerra dornesa, em 10 DC, Lorde Fowler liderou uma hoste dornesa, queimou Nocticantiga e levou reféns do castelo.
Então, como isso se encaixa?
Se o Dayne mais velho tivesse se casado com uma senhora da Casa Fowler, ao prometer Allyria (e mandar Edric como pajem e, eventualmente, escudeiro) poderia ser visto com um casamento político vantajoso vincular um Senhor das Marcas à Casa Dayne, especialmente se isso significasse paz entre a Casa Fowlers e as Marcas.
*Porém sabemos que nada disso teria importância, pois Beric ficou nessa de morrer e desmorrer e o Dayne mais velho morreu em algum momento, portanto as propostas políticas do Dayne mais velho literalmente mortas.*
Desapontador? Completamente. Mas por um momento, se encaixa. O maior furo nesse encaixe se deve aos Fowlers serem descritos como tendo cabelo amarelo, enquanto Edric é profusamente descrito como tendo cabelos loiros como cinzas. Genealogia não é MUITO importante para um detalhe tão pequeno em ASOIAF, mas George fez uma distinção bem específica dizendo que os cabelos louros de Ned pareciam cinza e não “mel”.
Se eu acho que isso é 100% correto ou que nós iremos ficar sabendo? Não, provavelmente nem um pouco, a menos que George eventualmente lance uma enorme enciclopédia ou tomo com essas pequenas respostas e árvores genealógicas. Como dito acima, eu definitivamente acho que Edric tem uma mãe, e tenho certeza que em algum lugar George elaborou isso, mas não é muito importante para a narrativa e a direção da história.
Eu fiquei intrigado com essa linha do tempo por anos e descobri que algumas das interseções são totalmente insanas e estranhas. Tantas especulações podem ser feitas diante da falta de informação, e a Casa Dayne é certamente divertida de se especular sobre!
Resumo: O irmão Dayne mais velho se casou com uma Fowler, e arranjou para Allyria se casar com Beric para garantir que haveria paz entre os Fowlers e os Senhores das Marcas. Além disso, os Daynes tem uma linha do tempo maluca.
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2019.04.08 12:29 NoMeVoyMeQuedo Por qué los barrios pobres no van a votar: la abstención en las zonas más excluidas duplica a la de las más ricas

El barrio sevillano de 'las 3.000 Viviendas', uno de los más empobrecidos de España, fue el que más se abstuvo en las elecciones generales de 2016. Los que más participaron fueron los vecinos del acomodado barrio del Pla del Remei, en Valencia "Es un pez que se muerde la cola: como no votan, los políticos no se interesan por ellos, ellos no se sienten escuchados y vuelven a abstenerse en las siguientes elecciones", explica el investigador Manuel Trujillo BUSCADOR Busca entre las 16 mayores ciudades españolas y comprueba cuál es la renta media del barrio y cuántos votantes se abstuvieron en 2016 Raúl Sánchez 07/04/2019 - 21:37h Compartir en Facebook Compartir en Twitter Norte y sur, este y oeste, centro y periferia o costa e interior pueden marcar las fronteras invisibles de una ciudad. Muchas veces, esos límites no solo señalan las desigualdades económicas sino también políticas. Vivir en un barrio rico o pobre influye de manera determinante en las probabilidades de que una persona acuda a votar a su colegio electoral o se quede en casa en unas elecciones generales.
Por ejemplo, una brecha de casi 90.000 euros de ingresos por hogar separa al barrio de 'las 3.000 Viviendas' en Sevilla, el segundo más empobrecido de España, y El Viso en Madrid, el más rico. La desigualdad económica también se convierte en desigualdad electoral: en el primero, el 55% de los residentes no acudieron a votar en las elecciones generales de 2016; en el segundo, el 18%.
¿Una casualidad? Los datos analizados por eldiario.es muestran que los barrios con menos renta se abstuvieron el doble en las elecciones generales de 2016 que las zonas más acomodadas en las 16 mayores ciudades españolas. Mientras que la abstención alcanzó el 42% en los barrios con una renta media por debajo de los 20.000 euros, solo el 20% de los residentes de las zonas con ingresos superiores a los 50.000 euros renunciaron a votar.
Este es el resultado del análisis de eldiario.es de los datos del proyecto estadístico Urban Audit, publicados por el Instituto Nacional de Estadística, y los resultados electorales de las elecciones generales del 26J. Ver metodología
"Esto no es nuevo, siempre ha habido agujeros negros electorales que han sido los barrios más pobres", explica Braulio Gómez, doctor en Ciencia Política de la Universidad de Deusto y autor de varios trabajos sobre la relación entre abstención y renta. "Si en tu casa no tienes la nevera en condiciones para mantener tu vida cotidiana, es más difícil que tengas ese tiempo para buscar información política", comenta Gómez.
La tendencia se repite en los 16 municipios más poblados de España: cuanto más pobre es el barrio, más se abstuvieron sus residentes en las elecciones generales de 2016. Sin embargo, este fenómeno se agrava en las ciudades con mayor brecha entre barrios humildes y zonas acomodadas. Es decir, áreas metropolitanas más desiguales.
Pero, ¿por qué los residentes de barrios como El Raval (Barcelona), San Cristóbal (Madrid), Los Pajaritos (Sevilla) o Palma-Palmilla (Málaga) acuden menos a votar? Los expertos lo achacan a un alejamiento total de la política y una sensación de exclusión por su situación económica.
"Es un tipo de cultura que es lejana a ellos, que no les representa no participan porque no es su juego político", argumenta Miguel Alhambra, sociólogo de la Universidad Complutense de Madrid y autor de un estudio académico sobre desigualdad social y abstención electoral en Madrid y Barcelona. "Es un efecto de la propia desigualdad: si para tener voz y voto tienes que tener capital cultural, al final te callas", comenta.
'Las 3.000 Viviendas' y la zona de Juan XXIII en Alicante son los barrios que más se callaron en las elecciones del 26J. Alrededor de la mitad de los residentes decidieron no ejercer su derecho al voto en 2016. "Aunque realmente digamos que no hace falta gran cosa (para votar), coger tu DNI y acercarte al colegio electoral, algo que nos parece sencillo, no lo es para muchas personas", explica la doctora en psicología social Cristina Cuenca.
Para Cuenca, es complicado decir "que vaya a votar" a una persona que esté en "una situación de desempleo cronificado, una familia afectada porque el padre o la madre tenga un problema de adicción o una persona sin hogar".
Pero, ¿cómo y a qué partidos votan los barrios de renta más bajas y mayores problemas derivados de esta desigualdad? Para comprobarlo, analizamos los datos de 509 barrios de las mayores ciudades españolas.
Fuente: Urban Audit, INE, Ministerio de InteriorMade with Flourish
Los investigadores alertan de las consecuencias políticas de la segregación entre barrios humildes de baja participación y zonas acomodadas con alta participación. "Es un pez que se muerde la cola: como no votan, los políticos no se interesan por ellos, ellos no se sienten escuchados y vuelven a abstenerse en las siguientes elecciones", argumenta Manuel Trujillo, investigador del Instituto de Estudios Sociales del CSIC.
Precisamente, el estudio Urnas Vacías en los suburbios de las ciudades, realizado por Trujillo y Braulio Gómez para el Observatorio Social de La Caixa, identificó una correlación "altísima" entre vivir en una zona caracterizada por la carencia de todo tipo de recursos y la abstención electoral en las municipales de 2015.
"A nivel electoral, cuando se agudiza este fenómeno, la izquierda pierde muchísimos votos", afirma Trujillo, que pone como ejemplo las pasadas elecciones autonómicas en Andalucía. Tal y como publicó eldiario.es, la abstención se disparó el 2D en los barrios más pobres de Sevilla, Málaga y Córdoba, donde Podemos y sobre todo el PSOE tenían más poder electoral.
Los datos de las generales del 26J, en 2016, también señalan esta tendencia: los partidos de izquierda son mucho más fuertes en los suburbios de las grandes ciudades y las candidaturas de derecha consiguen más votos en las zonas más ricas. Un voto de clase que se agudiza en los extremos: la izquierda promedia el 67% de las papeletas en los barrios que ingresan menos de 20.000 euros y la derecha se lleva el 74% de los sufragios en las zonas con una renta media superior a los 50.000 euros por hogar.
Manuel Buñuel, politólogo e investigador de la relación entre abstención y renta en la ciudad de Sevilla, asegura que existe una sensación en las zonas más marginadas de que la clase política solo va a esos barrios durante la campaña electoral y que después están "cuatro años sin aparecer". "Se ha luchado tanto tiempo para que el voto se ampliara a más capas de la población y los que más lucharon por ampliarlo son los que más se abstienen actualmente", reflexiona Buñuel.
Un fenómeno que apenas ha variado con el surgimiento de formaciones políticas como Podemos o Ciudadanos, según concluye el estudio Urnas Vacías. "Esto genera una concentración de poder político: si los ricos siempre votan, tendrán más poder en sus manos para que se tengan en cuenta sus intereses", explica el investigador Braulio Gómez.
La renta media de los diez barrios que más se abstuvieron en las generales de 2016 era de 19.000 euros por hogar. Entre los diez que más participaron, la cifra sube hasta los 68.000. Para Manuel Trujillo, "esto se acaba convirtiendo en un déficit democrático porque hay cierta población que no se siente representada y que no acaba siendo escuchada".
Más de una treintena de barrios de las grandes áreas urbanas registraron porcentajes de abstención por encima del 40% de los residentes en 2016. Si resides en alguna de las 16 mayores ciudades españolas, puedes buscar tu barrio.
BUSCADOR: ¿cuántos vecinos se abstuvieron en cada barrio en las elecciones del 26J? Busca un municipio o barrio y descubre el porcentaje de abstención o a qué candidaturas votaron los barrios más pobres y ricos. Solo se incluyen 509 barrios de las 16 ciudades más pobladas
Flourish logoA Flourish data visualisation Fuente: Urban Audit, INE, Ministerio del Interior
Para contextualizar la desigualdad política de las ciudades españolas, analizamos los datos de abstención y renta media en los barrios que representan el 20% más rico y el 20% más pobre de diez de las mayores áreas urbanas en España. Haz click en alguna de las siguientes ciudades para leer cada apartado.
Barcelona Gijón Bilbao Sevilla Las Palmas de G.C. Madrid Valencia Córdoba Zaragoza Vigo 1. La segregación económica de Barcelona
Tres factores unen a los barrios de El Raval, El Besòs, el Maresme y Nou Barris. Son los barrios que más se abstienen, más empobrecidos y con mayor población extranjera de Barcelona. Frente a ellos, el distrito de Sarrià-Sant Gervasi agrupa las zonas de mayor renta, menor abstención y más población nativa.
Una segregación económica, racial y social que divide a Barcelona entre la ciudad de Convergencia y PP frente a la de En Comú y el PSOE.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
CDC
En Comú
PP
PSOE
Cs
ERC 20% más pobre
AbstenciónRenta media41,1%24.410€ 20% más rico
AbstenciónRenta media28,3%55.712€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Las Mil Quinientas viviendas de Gijón
En 1953, el Instituto Nacional de la Vivienda recibe el encargo de realizar un proyecto para alojar a los obreros que procedían del ámbito rural de Gijón en el Pumarín. Así es como se desarrollaron las Mil Quinientas viviendas que transformaron el barrio en una zona obrera. Todavía hoy, el Pumarín es la segunda zona más pobre de Gijón (23.591€) y en la que más se abstuvieron sus votantes (33,7%).
La zona residencial de urbanizaciones de Las Mestas es la más rica y también la que más participación registró en las elecciones del 26J.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
PSOE
UP 20% más pobre
AbstenciónRenta media34,3%22.895€ 20% más rico
AbstenciónRenta media27,5%35.186€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Vivir al lado del Guggenheim en Bilbao
Más de 20.000 euros conforman la brecha entre Abando, el distrito más rico y que más participa de la ciudad de Bilbao, y el resto de zonas de la ciudad. "En Bilbao hay una alta desigualdad pero no llega a los niveles que se llegan en Sevilla, Málaga o Badajoz aunque dentro de Euskadi sí que llama la atención", afirma Braulio Gómez, doctor en Ciencia Política de la Universidad de Deusto.
La desigualdad de Bilbao se manifiesta entre los que viven al lado del Guggenheim, que apenas se abstienen y votan principalmente a PP y PNV, y la zona sur de Errekalde, la más pobre donde Unidos Podemos fue el más votado en 2016.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PNV
PP
UP 20% más pobre
AbstenciónRenta media35,7%27.304€ 20% más rico
AbstenciónRenta media27,2%48.514€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Urnas vacías en 'las 3.000 Viviendas'
La abstención consiguió la mayoría absoluta en 'las 3.000 Viviendas' de Sevilla en las elecciones generales de 2016. El 55% de los votantes decidió abstenerse en un barrio en el que PSOE y UP se llevan el casi el 80% de los votos. Frente a ellos, menos del 20% de los votantes se abstuvieron en el barrio más rico de Sevilla, Santa Clara, donde PP y Cs son opciones mayoritarias.
"Si lo que se lleva al debate es lo que opina un votante de los Remedios o de Triana, no se van a tener en cuenta los problemas de las 3.000 Viviendas", afirma el politólogo Manuel Buñuel.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PSOE
PP
UP 20% más pobre
AbstenciónRenta media40,9%17.648€ 20% más rico
AbstenciónRenta media20,3%42.911€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Las barriadas de Las Palmas, carne de abstención
La brecha económica entre el barrio que más se abstuvo en las elecciones de 2016, las barriadas de la Vega de San José, y el que más participó, la céntrica zona de Arenales-Lugo, es de casi 20.000 euros por hogar. Una diferencia que señala la desigualdad entre el centro histórico construido alrededor del Puerto de Las Palmas y las barriadas periféricas del sur, asentadas en pendiente sobre la ladera de la montaña.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
PSOE
UP 20% más pobre
AbstenciónRenta media40,2%21.281€ 20% más rico
AbstenciónRenta media30,7%38.264€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Madrid, una brecha de norte a sur
La capital madrileña presenta los mayores índices de desigualdad de las grandes ciudades españolas, una brecha que se dibuja de sur a norte. Los barrios más pobres del sur, como San Cristóbal (Villaverde) o San Diego (Puente de Vallecas), se abstienen casi el triple que las lujosas zonas más ricas del norte como El Viso (Chamartín) o Piovera (Hortaleza).
Un mapa que dibuja los feudos del PP que siempre votan en las generales frente a los dominios abstencionistas de Unidos Podemos y el PSOE.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
PSOE
UP
Cs 20% más pobre
AbstenciónRenta media34,2%24.541€ 20% más rico
AbstenciónRenta media18,6%66.586€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Centro frente a periferia en Valencia
Los residentes del lujoso barrio de El Pla del Remei, en el centro de Valencia, fueron los más entusiastas de las elecciones del 26J. Con solo un 14% de abstención, es el barrio que más participó de las grandes ciudades españolas. Casualmente, es el más rico de la capital y la zona en la que el PP consiguió más porcentaje de voto (61%).
Los mayores índices de abstención se concentran en los barrios pobres de las zonas periféricas como En Corts, El Grau o Tres Forques - La Fontsanta.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
Pod. - Comp. 20% más pobre
AbstenciónRenta media28,4%23.640€ 20% más rico
AbstenciónRenta media19,0%39.736€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. El sur obrero se abstiene en Córdoba
Más de la mitad del suelo en el barrio de El Naranjo-Brillante, el más rico de Córdoba, está destinado a urbanizaciones, chalets y viviendas unifamiliares. En el Sector Sur, el más pobre de la capital de provincia, las zonas industriales y comerciales acaparan la mitad del suelo, según los datos del INE.
Casi 20 puntos separan los niveles de abstención de ambos barrios en las generales de 2016.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
PSOE
UP 20% más pobre
AbstenciónRenta media39,4%19.254€ 20% más rico
AbstenciónRenta media21,3%39.228€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. La frontera invisible de Zaragoza
Apenas 3 kilómetros separan las urbanizaciones con piscina de Casablanca, en Zaragoza, con el barrio obrero de Delicias. Aunque no tienen una frontera física, sí existe una simbólica que los separa: los hogares de Casablanca ingresan 30.000 euros más y se abstienen casi la mitad que sus vecinos de Delicias.
Una brecha que se traslada a la perspectiva de voto de los principales partidos. PP y Ciudadanos son mayoría en Casablanca, el barrio más rico de la capital aragonesa, y PSOE y Unidos Podemos son primera fuerza en el más pobre, Delicias.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
PSOE
UP
Cs 20% más pobre
AbstenciónRenta media32,1%24.806€ 20% más rico
AbstenciónRenta media22,0%43.153€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Astilleros frente a centro histórico en Vigo
El barrio de Teis en Vigo, el más pobre de la ciudad gallega, fue el que registró el mayor porcentaje de abstención (32%) el 26J. Los principales astilleros de la ciudad y gran parte del puerto comercial señalan un barrio de marcado perfil obrero e industrial donde la candidatura de En Marea fue primera fuerza.
Una zona que se contrapone al centro histórico de Vigo, el barrio más rico de la ciudad gallega, el que más participó (un 26%). El PP fue el partido más votado.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
En Marea
PSOE 20% más pobre
AbstenciónRenta media29,7%27.838€ 20% más rico
AbstenciónRenta media27,9%34.394€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
Metodología
Para esta información, se han cruzado los datos por secciones censales de las elecciones generales de 2016 con los de renta media por hogar de la operación estadística de Indicadores Urbanos Urban Audit referentes al año 2016, que divide las ciudades en áreas suburbanas (SCD). Estas separaciones no siempre coinciden con divisiones administrativas de distritos o barrios. Solo se han incluido las 16 ciudades más pobladas de España ya que son los únicos municipios que tienen datos de renta desglosados por barrio.
En cada área suburbana, se ha calculado el porcentaje de votos de cada candidatura y el nivel de abstención en las elecciones del 26J a partir de las secciones censales que la componen. Se han descartado los datos de 9 secciones censales de las divisiones realizadas por Urban Audit no existían en las elecciones generales de 2016.
Se han identificado a PSOE, Unidos Podemos y sus confluencias, ERC, Bildu, PACMA y BNG como partidos de izquierda y a PP, Ciudadanos, CDC, PNV, CC, UPyD y Vox como partidos de derecha.
07/04/2019 - 21:37h 0 Compartir en Facebook Compartir en Twitter Enviar a Menéame Imprimir Detrás de esta noticia... Podemos publicar esta noticia gracias a las cuotas que pagan nuestros más de 34.000 socios y socias. Ellos garantizan nuestra independencia editorial y económica. Pero necesitamos más socios para seguir contratando periodistas y publicar más contenidos como este. Si tú también crees en un periodismo libre y de calidad hazte socio, hazte socia. ENLACES PATROCINADOS Jaime González, irreconocible en su reaparición televisiva Jaime González, irreconocible en su reaparición televisiva La Vanguardia La inspección de 120.000km de tu Audi A3 por 299€. Solicita cita. La inspección de 120.000km de tu Audi A3 por 299€. Solicita cita. formularios.audi.es Polen de abeja. Propiedades, cómo tomarlo, para qué usarlo. Polen de abeja. Propiedades, cómo tomarlo, para qué usarlo. universomiel.es El nuevo Kia Ceed Tourer está diseñado para el conductor. DescúbreloEl nuevo Kia Ceed Tourer está diseñado para el conductor. Descúbrelo El nuevo Kia Ceed Tourer está diseñado para el conductor. Descúbrelo Kia Semana Crossover & SUV de Ford, del 8 al 17 de abril Semana Crossover & SUV de Ford, del 8 al 17 de abril Ford Hipoteca NARANJA de ING. Con cero, cero posibilidades de equivocarte Hipoteca NARANJA de ING. Con cero, cero posibilidades de equivocarte ING Más en eldiario.es De dónde viene la extrema derecha: un obispo ultra y la familia de Barberá De dónde viene la extrema derecha: un obispo ultra y la familia de Barberá Podemos se postula en su programa para el 28A como la alternativa al "trío de Colón" y al "temblor de piernas" del PSOE Podemos se postula en su programa para el 28A como la alternativa al "trío de Colón" y al "temblor de piernas" del PSOE La Comunidad de Madrid exige a 70.000 jóvenes pagar un impuesto desconocido para deducirse el alquiler en la declaración La Comunidad de Madrid exige a 70.000 jóvenes pagar un impuesto desconocido para deducirse el alquiler en la declaración recomendado por Los comentarios de nuestros socios 1 luiscor1221 los ricos votan todos, los curas votan todos, los policias,guardias civiles y militares votan ... 2 quijotesco Siempre me he preguntado como es posible que el inconformismo ciudadano sea tan grande pero ... 3 Paubcn Creo que mas que el factor económico interviene el factor cultural, aunque un alto nivel ... 4 Artero No, no es casual, se debe en primer lugar al analfabetismo o simple alfabetización, lo cual ... 5 Cuyobai Los 'problemas' de la legislación electoral quedan sin resolver. Casualmente. 8 DONGUIDO Aquí unas explicaciónes muy bien fundamentadas de por qué los pobres, los obreros, votan a la ... 9 Huge_Head la brecha económica da como resultado la brecha cultural ,que se podría evitar mucho mas fácil ... 11 pepeespuche22 Lleváis toda la razón en El Palmar (Murcia) una pedanía de 24.000 habitantes en los barrios ... 13 Mr.Spock El neoliberalismo persigue la creación de una inmensa clase trabajadora solo preocupada por ... 14 JRG Buenísimo artículo de análisis de datos. En mi opinión shí está una de las bolsas de abstención. ... 15 jjrs50 El gran logro de la derecha es que muchos ciudadanos voten en contra de sus propios intereses. 16 Davex Votar no solo es un derecho, es una responsabilidad y por tanto debería ser una obligación. Pero ... Hazte socioComenta tú también20 comentarios
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2019.01.16 20:43 Counterimage97 Any feedback of the sex scandals in Houston TX. around 1995?

TRANSCRIPCION DE ENTRADA DEL BLOG http://groups.msn.com/IGLESIALALUZDELMUNDOEX/mensajes.msnw
A LOS MIEMBROS DE LA LUZ DEL MUNDO, ESPECIALMENTE AQUELLOS QUE FUERON AFECTADOS COMO YO VA ESTE TESTIMONIO:
YO PERTENECI A LA LUZ DEL MUNDO EN HOUSTON TEXAS. SIN EMBARGO FUI CORROMPIDO POR UN OBRERO DE LA IGLESIA QUE ERA NUESTRO COORDINADOR EN UN GRUPO DE JOVENES QUE NOS ACOMEDIMOS A CUIDAR DE LA CASA DEL HERMANO SAMUEL DONDE TENIA HOSPEDADO A SU HIJO ASAEL DURANTE LA CONVALESCENCIA DE SU ACCIDENTE AUTOMOVILISTICO DONDE CASI PERDIO LA MITAD DE SU CEREBRO Y LA VIDA. ESTE “OBRERO” FUE PUESTO POR EL PASTOR BENJAMIN JOAQUIN PARA FORMAR UN GRUPO DE JOVENES DE 12 A 17 AÑOS DE EDAD PARA CUIDAR Y VELAR ESA CASA. ESTE “OBRERO” CUYO NOMBRE NO TE PUEDO MENCIONAR PUES MI ABOGADO ESTA PREPARANDO UNA DEMANDA POR ABUSO DE MENORES EN SU CONTRA Y CONTRA LOS QUE RESULTEN RESPONSABLES, YA QUE NO SOLO FUI YO ABUSADO, SINO TODOS LOS JOVENES DEL GRUPO (APROX. 9 O 10 JOVENES) FUIMOS INDUCIDOS A TENER RELACIONES SEXUALES CON EL Y LUEGO ENTRE TODOS NOSOTROS. YO ME ACERQUE A PEDIR CONSEJO PUES ME SENTIA “SUCIO”, CON EL PASTOR QUE EN ESE TIEMPO ERA BENJAMIN JOAQUIN GARCIA (HIJO DEL SIERVO DE DIOS), SIN EMBARGO EL ME DIJO QUE NO DIJERA NADA, NI SIQUIERA A MIS PADRES, Y QUE EL HIBA A HABLAR CON LOS DEMAS PORQUE SI DECIAN ALGO, HIBA A SER UN GRAN ESCANDALO PARA LA IGLESIA Y ESO QUEDARIA EN NUESTRAS CONCIENCIAS. YO CALLE DURANTE MUCHOS AÑOS CREYENDO QUE YO ERA EL CULPABLE DE LO QUE ME HABIA PASADO. VARIAS VECES INTENTE SUICIDARME. LA ULTIMA VEZ, HACE APROX. 1 AÑO UN SICOLOGO DEL CONDADO DE HARRIS QUE ME ESTABA TRATANDO, LOGRO ABRIR MI RESISTENCIA SICOLOGICA PARA PODER SUPERAR EL TRAUMA QUE ME ESTABA DESTRUYENDO. DESDE ENTONCES HE ESTADO TRATANDO DE CONTACTAR A LOS OTROS JOVENES DEL GRUPO DE LAS VELADAS PARA CONVENCERLOS DE PROCEDER COMO YO, SIN EMBARGO LA MAYORIA ESTAN CASADOS Y CON HIJOS Y ME DICEN QUE LES DARIA MUCHA VERGUENZA QUE SE SUPIERA, PUES ALGUNOS SON MUY CONSAGRADOS EN LA IGLESIA Y HASTA ORACIONES LLEVAN, PERO SOBRE TODO TIENEN TEMOR DE QUE SUS ESPOSAS SE ENTEREN. SIN EMBARGO LE ESTOY PIDIENDO A DIOS QUE ME DE FORTALEZA PARA SUPERAR ESTE TRAUMA. UNA AMIGA DE MI ESPOSA (QUIEN TAMBIEN DEJO LA LUZ DEL MUNDO CUANDO LE PLATIQUE MI PROBLEMA) LE PLATICO LLORANDO UNA OCASION, QUE ELLA HABIA SIDO ABUSADA POR UN PASTOR DE LA IGLESIA LLAMADO CARLOS MOTEMAYOR CUANDO ELLA TENIA APROX. 15 AÑOS. MI ESPOSA LE PREGUNTO QUE PORQUE NO LE HABIA DICHO A SUS PADRES O A ALGUNA AUTORIDAD Y ELLA LE DIJO QUE LE HABIA DICHO A SUS PADRES, PERO QUE NO LE HABIAN CREIDO LO QUE LE ACONTECIO, QUE DEJARAN DE BLASFEMAR CONTRA LA AUTORIDAD DE DIOS Y QUE EL DIABLO SE LES HABIA METIDO. DIJO ELLA QUE EL PASTOR LAS HACIA ESPERAR A ELLA Y A OTRA DE SUS HERMANAS MENOR QUE ELLA, EN LAS OFICINAS DEL TEMPLO ANTERIOR QUE FUE DEMOLIDO PARA CONSTRUIR EL NUEVO. ELLAS LES DECIAN A SUS PADRES QUE SE TENIAN QUE QUEDAR A AYUDAR AL PASTOR CON LAS COMPUTADORAS A LLEVAR EL REGISTRO DE ORACIONES Y ASISTENCIAS DE LOS MIEMBROS DE LA IGLESIA. DESPUES QUE TODOS LOS HERMANOS SE RETIRABAN, EL LES ORDENABA QUE SE METIEARAN A SU CARRO EN EL ASIENTO DE ATRAS ACOSTADAS EN EL PISO O AGACHADAS PARA QUE NADIE LAS VIERAN. DESPUES EL SALIA Y LAS LLEVABA A UN MOTEL DONDE SE PONIA A VER CANALES PORNOGRAFICOS Y DESPUES LES INDICABA QUE LE HICIERAN A EL LO QUE VEIAN EN LA PANTALLA. CUANDO ELLAS LE DIJERO QUE ESO NO ESTABA BIEN, EL PASTOR LES DECIA QUE NO HIBAN A PECAR PORQUE EL TENIA LA AUTORIDAD DEL APOSTOL DE DIOS PUES LA AUTORIDAD DE DIOS ERA “COMO UNA CADENA, DIOS ESTABA CONECTADO CON EL APOSTOL, EL PASTOR ESTABA CONECTADO AL APOSTOL Y ELLAS HIBAN A CONECTARSE CON EL” ASI QUE REALMENTE HIBAN A “CONECTARSE” CON DIOS MISMO ATRAVES DE LA CADENA DE AUTORIDAD. DESPUES DE CALMARLAS CON ESOS ARGUMENTOS, PROCEDIA A TENER SEXO ORAL CON ELLAS Y PARA TERMINAR, LAS SODOMIZABA (LAS PENETRABA POR EL RECTO). CUANDO ELLAS SE QUERIAN RESISTIR PUES ERA MUY DOLOROSO PARA ELLAS, EL LES DECIA QUE ASI, SEGUIRIAN SIENDO VIRGENES EN ALMA Y CUERPO Y SE PODRIAN CASAR DE BLANCO Y CON TODA LA HONRA EN LA IGLESIA. TODO ESTO CON LA COMPLICIDAD DE LA ESPOSA DEL PASTOR LLAMADA JUANITA. EL CONOCER ESTO ME HIZO RECAPACITAR Y HACER LO QUE ESTOY HACIENDO. NO QUIERO DAÑAR A LOS MIEMBROS DE LA IGLESIA PUES SE QUE LA MAYORIA SON SINCEROS Y NO HAN TENIDO LA DESGRACIA DE EXPERIMENTAR LO QUE YO Y OTROS MUCHOS QUE PREFIEREN CALLAR O SE ALEJAN DE LA LUZ DEL MUNDO CALLADOS Y LLORANDO EN SILENCIO, CON EL ALMA TRAUMATIZADA, PUES YA NO SE PUEDE VOLVER A CONFIAR EN NINGUNA “IGLESIA” MUCHO MENOS EN OTRO “SIERVO DE DIOS”.
A LA JERARQUIA DE LA IGLESIA LA LUZ DEL MUNDO: RECUERDEN QUE NO SOLO ES CULPABLE EL QUE COMETE EL DELITO, SINO EL QUE LO PROPICIA CON SU SILENCIO COMPLICE Y SU FALTA DE VOLUNTAD PARA ECHAR FUERA AL CORRUPTOR Y ENTREGARLO A LAS AUTORIDADES. HERMANO BENNY, VEA EL CASO DEL CARDENAL MAHONY DE LOS ANGELES, POR NO DESCUBRIR A LOS CURAS PEDOFILOS BAJO SU AUTORIDAD, AHORA ESTA TAMBIEN BAJO DEMANDAS.
POST DATA:
SE DE BUENA FUENTE QUE EL PASTOR CARLOS MOTEMAYOR FUE REINSTALADO EN EL CUERPO MINISTERIAL, AHORA ES DIACONO EN SANTA ANA, CA Y BAUTIZA Y SE DEDICA A PREDICAR CONTRA “LOS CURAS PEDOFILOS DE LA IGLESIA CATOLICA, PERVERSOS CORRUPTORES DE MENORES” (AL LADRON! AL LADRON!). CUIDADO HERMANOS DE SANTA ANA, NO DEJEN A SUS HIJAS SOLAS CON ESTE DEGENERADO, PUES SEGUN EXPERTOS EN DELITOS SEXUALES, LA PEDOFILIA ES TRATABLE PERO NO CURABLE!
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2018.02.16 01:56 antoniobrasileiro Sem direção...Fui traído.

Senta que la vai textão: Faz 10 anos que estou casado com minha esposa. Temos um filho de 10, namoramos pouco tempo, ela ainda era virgem, e eu já tinha vivido outros relacionamentos, (temos uma diferença de 7 anos). Quando descobrimos que ela estava gestante resolvi que casaríamos, confesso que logo no início eu apenas gostava dela, mas sabia que ela era uma pessoa boa de coração, eu já estava cansado de badalação, queria encontrar alguém pra compartilhar uma vida. Então conversamos, disse que estava disposto a casar com ela, e ela aceitou. No início foi muito difícil a convivência, pois sou um cara que gosta das coisas certas, às vezes até demais. Ela cresceu vendo sua mãe ser auto suficiente, de maneira que quando pedia pra fazer algo diferente, de outra maneira, ela achava que eu queria mandar nela, botar ordem. Nunca foi minha intenção, eu apenas queria orientá-la para que as coisas não dessem errado. A família dela é bem humilde, isso nunca foi problema pra mim, porém ela acha que minha mãe não queria que casasse com ela, acha que minha mãe sempre fala algo pra tentar machucá-la, e sinceramente tenho certeza que não é isso. Mas enfim, a questão é que vira e mexe acabamos tendo brigas por conta disso, e o mais engraçado é que a briga é por causa da minha família, que ela começa por conta desses achismos, às vezes porque acha que a madrinha do nosso filho (minha irmã) está mimando demais ele, dando muito presente fazendo as vontades. Graças a Deus as brigas que eram por nós mesmos diminuíram bastante. Eu nunca a proibi de nada, mesmo! Eu sempre a deixei fazer e comprar oque ela queria . Temos uma vida confortável, meu trabalho apesar de ser necessário que esteja constantemente viajando remunera bem, com isso ela nunca precisou trabalhar. Mas ela não é dondoca, de só ficar em casa sem fazer nada, ela me ajuda muito cuidando da casa, e agora tomando conta do negócio que montamos (guardando dinheiro) quando estou fora. Depois que nosso filho fez dois anos ela quis fazer faculdade de educação física, eu dei o maior apoio pra ela. Lá no fundo eu sabia que a desgraça viria deste curso, eu nunca disse isso a ela. Enquanto ela estava fazendo o curso eu nunca desconfiei de nada, com exceção de uma vez que ela disse que ia pra faculdade, aconteceu um imprevisto e tive que ir lá pegar ela. O campus da faculdade é bem grande, eu sabia quais eram as salas que ela tinha aula, mesmo assim eu não a encontrei. Liguei várias vezes o telefone só chamou, quando eu já estava voltando pra casa, ela me ligou, disse que estava na parada de ônibus próximo. Perguntei onde ela estava, ela disse que estava no laboratório, e eu realmente não tinha ido lá, já que não sabia onde ficava. Em 2015 sofri muita pressão no meu trabalho, pois minha empresa estava prestes a perder um importante contrato, e além disso tinha conseguido uma vaga muito difícil em curso que me possibilitaria ascender em minha carreira. Como a instabilidade na minha empresa estava crescendo, isso significava que teria que arcar com todas as despesas sem trabalhar durante 6 meses. Pra completar o cenário, a crise veio com força, e começou a surgir histórias de que o curso seria cancelado. Fiquei uma pilha de nervos, pois ficaria desempregado, não faria o curso e sem perspectiva nenhuma de emprego, pois na função que estava não apareciam vagas. Confesso que nem eu estava me suportando às vezes, eu transferi um pouco dessa pressão pra ela. No final de 2015 fui demitido, e no início de 2016 saiu a resposta que eu mais esperava, o curso seria realizado! Fiquei um pouco aliviado, mas a crise se aprofundou na minha área, e as vagas que apareciam para posições superiores também minguaram. O curso seria realizado em uma cidade onde conheci minha primeira namorada, porém, ela já não vivia mais lá, morava em uma cidade no mesmo estado porém a várias horas de distância. Além disso já não gostava dela há muito tempo, eu estava casado e minha ex namorando. Nessa cidade ainda moram muitos amigos meus de faculdade, que não os via fazia tanto tempo. Foi natural que eles me convidassem pra ir assar uma carne e tomar cerveja, sair pra um barzinho, e ir uma vez em um show. De uma vez que sai com meus amigos, passei bastante tempo com eles, meu telefone descarregou. No outro dia ela me ligou dizendo que eu tinha ido me encontrar com a ex. Durante o curso todo ela achou que eu estava fazendo coisa errada...Sinceramente depois do que descobri, queria ter feito. A verdade é que depois que casei com ela, nunca estive com outra mulher, nem mesmo beijei outra mulher. Acho que ela não acredita nisso… Durante o tempo que estava realizando o curso apareceu a oportunidade de montarmos o negócio que estamos tocando. Não tinha como eu tocar a obra de outra cidade, então ela ficou encarregada disso, com meu auxílio pelo telefone. Tivemos muitas brigas por causa das obras, porque muitas vezes ela queria fazer do jeito que ela achava, e muitas vezes errado, sendo que eu explicava tudo pra ela como deveria ser feito pra não ter desperdícios, pra não estourar nosso orçamento e nem atrasar as obras. No final das contas inauguramos nosso empreendimento, e está indo muito bem obrigado. Sempre foi meu sonho poder um dia largar meu trabalho e poder trabalhar perto dela e do meu filho, ter uma vida estável sem precisar me ausentar. A empresa inaugurou em outubro de 2016, atrasou um pouco, mas sem maiores consequências. Nesse meio tempo o curso já havia terminado, e eu estava empregado novamente na posição que o curso me proporcionou. Gente, vocês não têm noção de como eu fiquei mais leve, relaxado, aquele peso todo que sentia estava finalmente saindo das minhas costas. Algumas brigas ainda existem por conta do negócio, mas normal, nada sério, nessa parte sabemos que os assuntos do negócio têm que permanecer lá depois que fechamos as portas no final do dia. O ano de 2017 veio de uma forma muito boa, pelo menos pra mim. Teve uma vez que nos desentendemos feio. Foi ela que começou a puxar assunto sobre minha irmã, aquela mesma história que já falei, ela achar que a madrinha denga muito o sobrinho. Nesse dia senti que ela estava arrumando um pretexto pra arrumar confusão comigo, passou uma duas horas falando, e queria que eu ligasse pra minha irmã pra reclamar sobre o assunto. Não fiz, até porque era ela que estava incomodada com a situação, e além disso o filho não é só meu. Às vezes temos algumas brigas sérias por conta do nosso filho, porque ela muitas vezes espera que eu o corrija...Costumo dizer que ela só quer os momentos bons com ele...Acredito ser verdade, pois muitas vezes quando ele está fazendo mal criação, ela grita de lá: “olha marido oque teu filho tá fazendo”. Caramba, isso me dá nos nervos, quando o filhote faz isso comigo não espero por ela. Eu o corrijo na mesma hora. E ela muitas vezes não faz, ou me chama pra dar bronca. Agora nem vou mais, só faço falar: “Te vira! É teu filho também”. Antes de tudo quero que ele cresça um homem íntegro, respeitador e honesto. Aí veio agosto de 2017, meu mundo veio a baixo. A felicidade que sentia, quando estava em casa com eles, minha esposa e filho, ao vê-los correndo pela casa, quando eu estava brincando com eles na cama de fazer cócegas era muito grande. Eu dizia só pra mim: “Obrigado meu Deus por me dar tanta felicidade”. Se no início eu apenas gostava dela, naquele momento eu a amava demais. Tudo isso acabou! Descobri que ela estava me traindo com um ex professor da faculdade. E pra completar ele mora na rua de trás de casa. No início ela tentou negar tudo, dizendo que era invenção da minha cabeça. Mas eu tinha provas, e contra provas não há argumentos. Ela tentou esconder quem era a pessoa no início, tentou dizer que saiu só aquela vez que descobri...Mas aos poucos, por conta própria, descobri que ela já vinha saindo com o cara desde 2015, lembra da pressão que estava sofrendo? Pois é, e essa história toda de estarmos sofrendo pressão, foi oque ela diz ter causado a traição. Quando estive fazendo o curso, ela saiu várias vezes com ele, e depois me alegou que era porque achava que estava saindo com minha ex. Em maio de 2017 foi a última vez que ela diz ter saído com ele. Aqui eu preciso fazer um parêntese: Mais ou menos em 2013, não lembro bem a data, sério, a ex entrou em contato comigo, ai acabou que fizemos várias chamadas pelo skype, e ficamos nus um para outro. Rolou masturbação, confesso. Mas parou aí. Nunca mais encontrei com ela, e depois disso também não falei mais com ela. Logo depois que aconteceu as chamadas de skype, me arrependi muito, não é uma coisa que sinto orgulho. Mas também até eu descobrir a traição da minha esposa, eu ainda não tinha contado pra ela oque havia ocorrido. Ou seja, teoricamente, ela não teria motivos reais pra me trair, porque ela nem desconfiava. Brigamos muito, xingamos um ao outro. Eu chorei muito, ela também. Ela diz que sempre me amou, nunca deixou de gostar de mim. Que acha que foram coisas que deveria ter feito enquanto era solteira. Estamos juntos, ainda gosto muito dela...Tenho medo de perder minha família… Mas fico muito receoso de quebrar a cara novamente. Às vezes sinto que fui duplamente sacaneado por ela, porque se eu quiser me separar dela, terei que abrir mão também do meu sonho, de trabalhar perto de casa. Não existe um dia que não pense no que ela fez, no que ela pode ter feito com o cara. Me sinto muito humilhado. Estamos junto, mas por enquanto não consigo me ver novamente com ela como antes, os dois velhinhos… Ela toda curvadinha e eu segurando ela pelo braço...Cara é foda! Que vontade de chorar! Sinto meu orgulho ferido...Eu posso não ser o melhor homem do mundo, mas também sei que não merecia isso, sei que a opção de fazer foi totalmente dela, independente das pressões, brigas e dificuldades que tenhamos passado. Eu fiz uma viagem com ela agora para um destino romântico, foi legal...Mas...Depois disso tudo sempre tem o “mas”. Essa semana briguei feio com ela novamente, não estou em casa, estou trabalhando…Sinceramente não sei oque fazer. Já tentamos psicóloga, mas acho que não adiantou muito não. A verdade é que às vezes queria machucá-la, fazê-la sentir oque eu sinto às vezes. Essa semana instalei tinder e esses outros app, queria me sentir valorizado. Às vezes me vejo fazendo e dizendo coisas pra ela só pra ver se ainda gosta de mim. Me sinto ridículo quando percebo. Teve ocasiões em que até pensei em inventar pra ela que estive com a ex. Agora estou pensando em fazer uma viagem sozinho, pra um lugar bem distante quando sair do trabalho. Penso que preciso de um tempo só comigo mesmo. Queria opiniões e maneiras de pensar de pessoas que não façam parte do meu convívio. Por isso postei aqui.
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2017.11.27 17:37 spectrum83 Ajuda IRS - Englobamento para evitar desperdício de deduções

Este ano, após todos os limites e sublimites, teria direito a quase 3000€ de deduções no IRS.
O meu problema é que este ano - com a minha licença pelo nascimento do filho e desemprego da mulher - só tenho 19000 e poucos € de rendimento. Como sou casado, esse valor corresponderá a cerca de 2000€ de IRS. As boas notícias é que, com as deduções, vão-me devolver tudo e este ano acabo por não pagar IRS. As más notícias é que que há quase 1000€ de deduções que vão por água abaixo. :(
O que estou a pensar fazer é englobar os depósitos a prazo. Continuo sem pagar IRS este ano mas assim ainda vejo as taxas liberatórias dos depósitos a prazo a serem-me devolvidas.
E ainda assim continuo com uma data de deduções desperdiçadas!
Fiquei a olhar com interesse para o depósito a prazo de 90 dias para novos clientes do Best em que pagam os juros na altura da constituição do depósito. Posso assim englobar e recuperar a taxa liberatória dos juros deste depósito ainda em 2017. Mas continua a ser uma gota no oceano...
Conhecem outros depósitos a prazo ou produtos financeiros em que o rendimento (e consequente tributação) seja feita logo a seguir à constituição do produto?
Sabem de algum outro truque que possa aplicar para aproveitar ao máximo essas deduções?
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2017.09.25 21:45 botafora01 Sinto que a minha vida já está traçada

Desde já peço desculpas pela muralha e pelo throw away
OK, desde o Ensino Médio eu sofria com algo que eu imagino 90% do Reddit sofreu: não conseguia pegar sequer resfriado. Era extremamente zoado pela sala toda por isso (meus amigos até hoje dizem que eu sou o único da turma que nenhuma mulher chegou), cheguei até a apanhar por isso. Só fui perder meu BV no meu ano de calouro na faculdade e a minha virgindade quando fui num bordel. Eu ficava triste com isso, mas também estava esperançoso: afinal, era um adolescente, estava entrando na faculdade, e todos sempre me louvavam por, segundo eles, eu ser muito inteligente. A menina que eu gostava na época, e que até hoje é uma amiga (e que eu passei a maior vergonha da minha vida, ao me declarar pelo fucking MSN), vivia brincando dizendo "O nerd de hoje é o cara rico de amanhã". Boas memórias.
Chegou 2013, e eu entrei na faculdade. Não fui maravilhosamente bem no ENEM, mas consegui uma bolsa integral em Administração em uma bela universidade. Escolhi Adm por pensar que o mercado estava bom e por ser noturna, o que me permitiria trabalhar. Nesse período, perdi meu BV e fiquei com outra menina uma vez, num espaço de 9 meses. Pra mim, isso era o ápice, eu era o deus da conquista, mesmo que meus novos amigos me zoassem de "pega ninguém" do mesmo jeito. Nessa época, eu baixei o Tinder e conheci o meu primeiro namorico, vamos chamar de Ana. Ana morava a 3h30 de viagem, então era praticamente um namoro à distância. Ficamos algumas vezes, 3 meses depois começamos a namorar e, depois disso, ela passou o mês seguinte dando desculpas para eu não ir lá. Chegou fevereiro, veio o carnaval, e ela disse que estava passando mal. Foi para o hospital e detectaram leucemia. Óbvio que eu pirei, queria ir pro hospital dela de todo jeito, mas ela nunca deixava, dizia que os pais me viriam, iria arrumar encrenca, ela iria ver um momento que estivesse sozinha. Se passaram 5 meses nesse tormento, hora ela dizia que estava boa, hora dizia que estava mal, quimio e afins, até que meus amigos de sala fizeram uma intervenção comigo, mostrando que não havia nada em rede social nenhuma dela a respeito de câncer, mostrando que ela estava postando normalmente sobre coisas cotidianas e que era a maior retardadice do mundo eu não ter ido nenhuma vez ver ela. Eu fiquei meio balançado, até porque meus pais concordavam com este ponto de vista, mas fiquei meio irregular com ela. Pouco mais de um mês depois disso, ela disse que tinha tido alta, tinha encontrado um ex, tinha ficado com ele e queria terminar. Não lamentei muito, até porque isso ocorreu em um espaço de uma semana, no máximo. Terminei e, desde então, ouvi dela duas vezes na vida. Passou.
Vale mencionar que, nesse meio tempo, a minha vida em casa havia melhorado demais: durante meu período de Ensino Médio, minha adolescência se resumia a passar finais de semana com minha mãe em bares, vendo ela entrar quase em coma alcoolico com as amigas e outros finais de semana na casa do meu pai, vendo ele ficar bêbado e chorar no meu ombro sobre ele ser um fracassado que não conseguiu sequer manter um casamento. Quando eu terminei, minha mãe já estava mais centrada (como está agora), saindo ocasionalmente e socialmente, e meu pai parou de beber após enfartar e voltou a ser o cara extremamente trabalhador que eu sempre admirei. No fim do meu primeiro ano de faculdade, eu passei a estagiar em um instituto federal. Ao mesmo tempo do término que eu disse acima, eu fui chamado para um concurso temporário, em outro órgão público, bem mais perto de casa.
Poucos meses após eu terminar com a Ana, entrou em cena a pessoa que eu, de fato, considero como a única que eu namorei. Vamos chamar ela aqui de Beatriz. Beatriz me chamou no Facebook, para brincar sobre uma postagem que eu havia feito (já havíamos tido pequeno contato ainda no colégio), e daí começamos a conversar. Dois meses depois, ficamos e, 5 meses depois, começamos a namorar. Ela perdeu a virgindade comigo e, na prática, eu também perdi com ela (transei com prostitutas umas 4 vezes antes. Fiz exames, por precaução, e não deram nenhum reagente). Eu aprendi demais a me aceitar com ela, nós tínhamos a mesma personalidade, ela era a primeira pessoa que não só não me julgava por meus interesses, como me incentivava a seguir eles. Não me cobrava nada, eu não cobrava nada dela, mas conversávamos de forma quase ininterrupta das 7 até meia noite. Com ela, no entanto, eu descobri algo que já havia visto antes nos bordeis: não sei o que me causa, mas com certeza eu tenho ejaculação precoce. Fui em um urologista, que me disse que era algo psicológico, que eu só precisava "me desligar". Tentei os exercícios que o próprio Reddit indica, mas nunca funcionava. Usei camisinha anestésica 2 vezes: uma vez foi uma maravilha, na outra estourou e eu traumatizei. Sempre me sentia extremamente culpado e furioso comigo mesmo após cada fim de penetração, mas o que atenuava era a presença dela, que sempre me dizia que não ligava, que eu conseguia deixar ela no céu somente com as preliminares, que não ligaria de passar por isso por não sei quanto tempo. Tudo que eu me julgava errado, ela me mostrava que não ligava. Eu me sentia num porto seguro com ela, e isso me impulsionava na faculdade: eu imaginava que iria me formar em um emprego na iniciativa privada, sem "data de validade" como meu emprego temporário, e que, 1 ou 2 anos após isso, estaria casado com ela. O único motivo de discussão que tínhamos era que ela tinha total ojeriza de tornar público: não podia postar nada com ela no Facebook, não podia atualizar status de relacionamento, não podia ir conhecer os pais dela, que "iriam proibir completamente". Mesmo os amigos eu só vi 2 vezes (uma outra vez eu não pude ir por motivos profissionais). Eu sempre entendi que isso era um receio dela, então, mesmo um pouco frustrado, eu aceitava. No que eu terminei minha monografia, estava preocupado com a questão do mercado, mas nada demais. Até que veio o dezembro, 1 ano e 4 meses após começarmos a ficar.
Eu estava na faculdade, pegando os convites de formatura, quando ela mandou o tradicional "precisamos conversar". Resolvemos por texto mesmo: ela disse que gostava de outra pessoa, e que se sentia culpada namorando comigo com interesse em outro. Aceitei, triste, e demos um tempo. 2 dias depois, um amigo me manda uma foto no perfil de um rapaz, que era o mesmo que ela gostava: ambos deitados, ela de top e ele sem camisa, e uma descrição bem...insinuante. Óbvio que eu pirei, liguei para ela, tivemos uma baita discussão, mas, depois disso, esfriou. Acabamos nos vendo, e ficando de novo. Ela terminou com o rapaz, mas ainda jurava de pés juntos que aquela foto era uma coincidência, que ela não havia me traído, que jamais faria isso, que era íntegra. E ficamos uns bons 3 meses indo e voltando até que, em abril, ela me mandou um testamento contando tudo: numa segunda, ela estava na casa de uma amiga, com este rapaz e o cara que a amiga estava pegando. A amiga e o peguete dela começaram a dar uns amassos no local e, segundo ela, ela não conseguiu "resistir" e montou no cara. Uma traição espetacular, que até hoje eu uso como humor auto depreciativo. Fiquei em choque por um tempo, mas, contra os conselhos de todos, perdoei ela e voltamos a namorar. Mas não era a mesma coisa. Ainda era maravilhoso por um aspecto, mas, por outro, ela estava insegura com o relacionamento (dizia que se sentia culpada por ter "estragado tudo por um impulso") e eu estava inseguro com tudo, precisava de validação dela pra tudo, principalmente no que tangia sexo. Eu já era inseguro sexualmente antes, agora era 3x mais, então eu basicamente a induzi a me contar toda a experiência sexual dela com ele, até eu me sentir menos perdedor. No entanto, eu estava começando a me recuperar em junho, estava me reencontrando, entendendo que estava apertando ela desnecessariamente (uma amiga teve essa conversa esclarecedora comigo). Então, tanto como solidificação como um pedido de desculpas, eu planejei uma viagem para nós, no dia que ficamos pela primeira vez, que cairia num sábado. Disse para ela os planos, ela ficou elétrica, empolgada, começou a me mandar links do local, brincar com meus planejamentos e afins...e, na semana seguinte, pediu para terminar. Disse que nunca esteve certa sobre nós termos voltado, que ela ainda me amava, que ainda sentia tesão comigo, mas que não se sentia pronta para um relacionamento sério, e "não queria me magoar". Aceitei, até mantive o contato, pq, nesse meio tempo, ela virou a minha melhor amiga. Mas o mesmo amigo da vez anterior me mandou um print de uma conversa dela com a irmã dele, dizendo que tinha terminado por estar afim de outro cara, e eu reconheci o sujeito: era um cara que ela falava horrores bem dele, "ah, fulano fez isso, fulano fez aquilo, me ajudou com x, um cara foda, faz não sei o que". Não sei se ela me traiu, mas tal conversa era de 1 dia e meio após termos terminado, e ela já havia ficado com tal cara. Não sei se ela me traiu de novo, mas a confrontei (não falei do meu amigo, obviamente, disse que a vi na rua) e ela manteve que não me traiu, mas que, dessa vez, poderia ficar com quem quisesse pq "fez a coisa certa". Eu disse que não conseguiria conversar com ela enquanto ainda tivesse sentimentos, ela disse que entendia, mas que queria saber de mim, que eu ainda era "o melhor amigo" dela.
Isso faz um mês e meio. Eu não consigo deixar de me sentir mal. Eu podia ter feito tanta coisa melhor, mas não fiz. Ela me traiu, possivelmente duas vezes, e tudo que eu consigo fazer é me culpar. Eu só não a chamei ainda pq imagino ela ficando com esse cara, que é melhor que eu em tudo: mais bonito, com uma barba farta de lenhador, com uma carreira já estabelecida, carro na garagem, mora sozinho e afins. O que me leva ao lado profissional: a sala da faculdade se reuniu para um churrasco há 3 semanas, estávamos conversando sobre empregos e eu concluí algo: apesar de que eu (e eu sei quão arrogante isso soa) ter feito que metade da sala ganhasse um diploma, eu sou o único dali sem um emprego minimamente fixo e tenho um salário que é o menor de todos, com vantagem. Todos falam que eu vou ganhar 3k, 4k logo, mas eu já cansei de tomar portadas de empresas. Gasto com passagem, gastei com um terno novo, gravata, e tudo que eu consegui foram muito obrigados, mas uma parcela da minha sala que literalmente não consegue entender que 50% e 0,5 são a mesma coisa (eu tive que ensinar manualmente regra de 3 simples e cálculo com números decimais quando estudamos Matemática Financeira) estão em empregos bons na iniciativa privada, comprando casas e carros. E, de todos ali, só uma me arrumou entrevista na empresa dela (que eu não consegui, principalmente por dita empresa estar num processo de fusão). Quatro conversam ocasionalmente, e o resto só entra em contato pedindo para que eu faça para eles provas de inglês de processos seletivos ou provas da faculdade (para os que ainda não se formaram).
Eu estou fazendo Contabilidade agora, vendo se consigo recomeçar, mas estou extremamente desiludido. Não sei o meu problema, mas o que eu imaginava quando entrei na faculdade não aconteceu. Eu sou um total fracassado no mercado de trabalho, e dificilmente vou conquistar algo além de pular de trabalho em trabalho de escritório, para tirar 2 salários e soltar rojão de alegria por não estar desempregado. Na verdade, eu já imaginava algo nessa linha desde o último semestre, mas, além da esperança mínima, eu carregava que iria ter uma família. Alguém me aceitava, alguém me amava. Hoje, eu vejo que nem isso. Nesse mês e meio pós-término, eu percebi como meu stock está horrorosamente baixo. Ouvi diretamente de uma estranha (no Tinder, vale dizer) como eu sou "feio, com cabelo estranho e roupas deprimentes". A maior parte dos meus amigos disse que eu vou achar alguém, mas só uma amiga me apresentou para alguém (Spoiler: eu quis levar pra amizade pq esta pessoa demonstrou 0 interesse romântico em mim, mas temos muitas afinidades de gostos. Não quero que alguém legal se perca só por não querer abrir as pernas pra mim em qualquer futuro).
Então, qual a conclusão? Para relacionamentos, eu sou a tempestade perfeita: meus gostos não são nada pop, meu estilo de roupa desagrada geral, minha voz é deprimente, eu sou lerdo, distraído, amo entrar em rants gigantes quando me empolgo (vide este texto) e, mesmo que alguma garota um dia resolva passar por isso tudo, o prêmio dela será ter de viver com sexo oral recheado por 30s de penetração, num dia bom. Nenhuma mulher no mundo quer se relacionar com um homem que precise fazê-la ter um orgasmo com masturbação pq não aguenta chegar a 1min de penetração. Ou seja, eu até posso tropeçar em alguma peguete (sim, essa é a palavra, tropeçar. Um incidente do acaso, como foi com a minha ex), mas nenhuma jamais chegará a ser de longo prazo. Dificilmente eu terei uma família. E, sem uma família, não há nada para contrabalancear o fato de que eu sou um fiasco profissional. O "menino gênio" do colégio, o "cara que vai ganhar 7000 daqui 3 anos" da faculdade nada mais era que uma pessoa com um par de neurônios no meio de um grupo de pessoas com bases educacionais mais fracas que a minha e, principalmente, sem interesse algum em estudar. Numa sala focada, eu teria de me esforçar para estar no meio do pelotão. Eu sou mediano intelectualmente e, profissionalmente, sou um lixo que não conseguiu fazer networking na faculdade e, hoje, irá ter de viver de escritório em escritório, sem nenhum breakthrough.
Minha vida parece estar desenhada para ser a definição de um fiasco, de um total e completo desperdício de oxigênio. Mas eu tenho uma missão: cuidar dos meus pais. Ambos dependem demais de mim psicologicamente, ambos me amam mais do que qualquer outra coisa. Sem a minha presença aqui, a vida dos dois colapsaria. Sinto que eu só vim ao mundo para ser o pilar da vida de ambos. Então, eu tenho que ir empurrando a minha vida enquanto ambos estão vivos, tentando ao máximo não embaraçar eles mais. Decidi que vou viver a vida no limite nesse meio tempo: finalmente comecei a fazer academia (minha postura sempre foi torta e, nos últimos 2 meses, eu ganhei peso. Quero eliminar essa pança antes que ela vire um problema), fui ao Maracanã mês passado ver a ida da Copa do Brasil (sou de MG), devo receber uma indenização boa quando sair daqui e estou planejando um mês de curso de inglês na Europa (meu inglês é bom, mas não é perfeito e isso sempre me incomodou horrores, sem falar que conhecer a Europa é O sonho que eu tenho de vida). Será o meu maior highlight, e a única loucura que eu me permiti fazer. Quando voltar, vou fazer o que gosto e, mais importante, vou cuidar dos meus pais, de tudo que eles precisarem de mim.
Não sei o que o futuro reserva pra mim, mas, pensando com lógica, eu devo chegar nos meus 35/40 anos quando ambos meus pais falecerem. Quando isso acontecer, serei um solteiro entrando na meia idade, possivelmente com pouca experiência sexual que não envolva garotas de programa, num emprego pouco satisfatório e sem nenhum amor que tenha sido recíproco e que não acabe na mulher se cansando de um cara patético e percebendo que praticamente qualquer coisa é melhor que eu. Será covardia, alguns sentirão tristeza, mas será temporário, todos irão superar, e haverá um pouco mais de oxigênio no mundo.
A minha mente ainda tenta, em alguns momentos, achar alguns cenários de ilusão, de que algum milagre irá acontecer, mas não irá. Eu sei que não. Profissionalmente eu fracassei. Academicamente eu fracassei. E, amorosamente, eu também fracassei. Vi que não basta achar alguém que aguente a minha personalidade, ela não irá suportar alguém que trata preliminares como Evento Principal, e eu irei morrer com esta condição.
Por mais paradoxal que seja, pensando assim eu estou aprendendo a abraçar o que eu gosto. Eu gosto de ler. Eu gosto de sair para comer e voltar para casa. Eu gosto de esportes. Eu gosto de escrever. Eu gosto de viajar. Não vou mudar o que eu gosto pelos outros, até porque será inútil, resolver um sintoma não cura a doença, e não há remédios o bastante para curar todos os sintomas dessa doença chamada eu. Fico feliz pelos meus pais existirem, pq, se não fosse por eles, eu teria sido um fiasco absoluto em vida. Fico feliz pelo meu último namoro, pq eu nunca me senti mais feliz do que numa tarde de sábado, quando ela disse "te amo" pouco antes de cochilar no meu peito. Eu fui feliz com o amor, e, por causa dela, eu aprendi que todo relacionamento que eu entrar, obrigatoriamente, terá um fim unilateral. Eu vou ser feliz com meus outros desejos, concluir meus hobbies, fazer o que eu gosto, e cuidar de quem me ama incondicionalmente, até o fim deles. Dali, serei eu que terei meu livramento.
Eu precisava contar isso pra alguém, mas não quero que tratem isso como um pedido de ajuda, pq não é. Meu real objetivo de vida sempre foi ter uma família minha, ter um filho em uma casa estruturada e passar meu conhecimento adiante. Eu já sei que, por questões psicológicas e físicas, isso jamais acontecerá. Quando meus pais se forem, eu literalmente não terei mais o que fazer aqui e, se tudo der certo, eu terei realizado ao menos uma parcela boa dos meus outros sonhos. Eu estou tranquilo quanto a isso. Talvez ainda sinta, de novo, a dor de ver alguém me trocando por outra pessoa melhor, mas agora eu sei que isso acontecerá. Doerá menos, eu espero. E, se nem isso eu conseguir, bem...dois salários por mês dá para pagar por sexo.
De novo, desculpem pelo texto gigante.
tl;dr: Todos confiavam em mim, todos achavam que meu futuro seria brilhante. Meu futuro será medíocre, patético e, ao menos, tem uma data para acabar
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2017.05.08 11:41 janicio_salome Dúvida sobre marcação de dias de férias

Tenho uma dúvida sobre um problema que estou a ter no trabalho e gostaria de saber se há aqui alguém que perceba de recursos humanos e que me possa responder a algumas dúvidas.
Trabalho numa multinacional que tem um escritório em Lisboa. Somos apenas 2 funcionários e a empresa tem uma "norma" que diz que os trabalhadores devem tirar férias durante o mês de agosto.
Ora a minha mulher(não somos casados) este ano só pode tirar férias a partir de setembro, uma vez que entrou num novo emprego em fevereiro.
Assim sendo, quando me pediram para marcar os dias, marquei duas semanas para setembro. O meu chefe disse-me que não podia ser porque falou com os responsáveis e lhe disseram que terei de tirar os dias em agosto. De seguida pediu-me para enviar novamente o pedido de dias, mas com os dias de setembro corrigidos para agosto.
Esta é a primeira vez que isto me acontece desde que comecei a trabalhar e por isso não sei o que fazer.
A minha pergunta é: eles podem negar-me as férias em setembro? Com que base é que me podem obrigar a tirar férias em agosto?
Outras dúvidas que tenho:
Obrigado.
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2016.07.04 00:46 359gcu La gurú de San Francisco que hizo ganar las elecciones a Mariano Rajoy

El PP contrató a la agencia de las campañas de Obama, Macri, Renzi y Cameron para preparar las elecciones
La victoria 'le costó' al partido 290.000 euros 03/07/2016 19:02 En la fiesta de la calle Génova, Isabelle celebra. Sonrisa congelada. Es la confirmación de su talento y su esfuerzo. Llegó a España a finales de mayo. Sin saber español. Trabajando más de 14 horas al día en la zona noble del Partido Popular. Que incluso la había mandado al hospital. Con los ojos rojísimos de tanto calcular y mirar estadísticas, el día de las elecciones es su Día D. El presidente Rajoy levanta los brazos en señal de victoria. Jorge Moragas -su jefe de gabinete en La Moncloa y responsable de la campaña de los populares, quien convenció a los líderes del partido de traer a España a la empresa para la que trabaja Isabelle: The Messina Group (TMG)- aprieta el puño. "Es un secreto. Deben mantenerlo en secreto", les dijo el consejero delegado de TMG, Jim Messina, a los altos cargos del PP. Y así fue. La llegada de Isabelle fue un secreto. Pero en el fondo es quien revolucionó la campaña electoral de Rajoy por dentro. La que permitió un éxito que sus rivales aún no se explican. Crónica desvela cómo trabajaron y cómo consiguieron arrebatarle los votos decisivos a los partidos de la competencia. Cómo el PP venció con la asesoría del equipo que antes ayudó a ganar a Barack Obama y David Cameron. Isabelle escribe el 27 de junio, 1.00 de la mañana. "Increíble resultado para el PP en España esta noche. Los sondeos públicos predijeron 117 escaños para el PP, TMG predijo 135, resultado final 137". Euforia.
Es un trabajo que comenzó cuando Jim Messina "arribó a España, en junio de 2015, por primera vez", nos confirman desde el epicentro del equipo de campaña. Pasó desapercibido. La discreción es, de facto, su principal virtud. Su fama mundial comienza cuando revoluciona la campaña de reelección de Obama en 2012. Su apodo: The Fixer (El Reparador). El reconocimiento a su labor con Obama, donde planteó una estrategia total basada en el uso del Big Data (administrar y procesar la información de enormes bases de datos) para captar electores, fue el abrazo ganador entre ambos cuando se hizo pública la victoria.
Jim es un caso único. Nació en 1969, lejos de los centros tecnológicos de EEUU, en Denver (Colorado). Se licenció en Políticas y Periodismo en la Universidad de Montana, en 1993. Pero aprendió a codearse con los mejores pronto: Steve Jobs (Apple) o Eric Schmidt (Google) o Steven Spielberg... De ellos aprendió que la tecnología, la innovación y la escenografía son claves. En los negocios, el entretenimiento y la política. Y eso le enseña a sus pupilos, como Isabelle. "Jim Messina acordó formalmente trabajar para el PP en la primavera de 2016. Ha visitado España varias veces, incluyendo el miércoles anterior al día de las elecciones", confirman a este suplemento.
"Isabelle ha vivido en España durante las últimas semanas de la campaña. Empujó al PP para intentar el voto táctico. Aplicó la teoría del voto táctico como hizo en el Reino Unido en la campaña de David Cameron". Voto táctico focalizado en el uso de la red social que ha marcado esta campaña: Facebook.
No hay fondos suficientes
¿Por qué no fue contratado para diciembre de 2015, para la primera vuelta? Dinero. No había fondos suficientes. Eso que Jorge Moragas, el gran impulsor de su llegada, trataba de convencerlos a todos ya entonces. Y se experimentó con una fórmula más tradicional. Obtuvieron sólo 123 escaños. Hubo caras largas y una enorme decepción. Llegaron a verlo todo perdido. Golpes de puño en los escritorios y lágrimas, incluso. Los pactos del PP con otros partidos eran imposibles. No salían las cuentas. El "asalto al cielo" de Podemos los había hundido. Pero era la primera ronda.
El fracaso de acuerdo entre PSOE, Ciudadanos y Podemos en cualquier escenario les dio otra oportunidad. Moragas vuelve a la carga. Había que contratar a Jim fuera como fuera. Un miembro del equipo de campaña del PP cuenta las negociaciones: "En diciembre no sale por dinero. Messina nos pedía un millón de euros".
Messina, acostumbrado a presupuestos abultados -se gastó 1.100 millones en la campaña de Obama y 29 en la de Cameron-, nunca entendió la primera negativa. En la segunda negociación hay más en juego y esta vez es Messina el que dice "no". Todos sus esfuerzos estaban focalizados en apoyar al primer ministro británico en su "Bremain", o no al Brexit. Intercede el propio David Cameron y convence a TMG para que apoyen a Rajoy, que es un socio apreciado. Y así llega Isabelle Wright a España.
Es responsable de Estrategia Digital de TMG. "Un genio... Y extraordinariamente atractiva", dicen quienes la conocen. La ayuda Ben Mallet. Los dos jóvenes con aspecto de veinteañeros se integran rápidamente en el equipo de campaña de Rajoy. La tarifa era casi un pacto de amigos: "Unos 100.000 euros... El servicio se reducía a la publicidad en Facebook. Queríamos el Ferrari pero sólo pudimos comprar las ruedas. ¿Nos valdría?", se preguntaba un alto cargo del PP.
La carrera contra reloj se inicia. Aun así, Isabelle se siente muy cómoda desde el inicio, sabe lidiar con la presión. Ella, que dirige la oficina de San Francisco de TMG, que previamente trabajó para una empresa de capital riesgo ayudando en sus inversiones en redes sociales, que se describe como residente en la ciudad del Golden Gate, Londres, Washington DC y Los Ángeles, añade otra urbe a su lista, la primera en castellano. Escribe un tuit el 30 de mayo: "Palacio de Moncloa. Un maravilloso Miró y comida española #lavidaesbuena #Madrid".
Desde el partido tuvieron que adaptarse. Primero, contratarles un traductor, pues ninguno de los chicos de Messina habla español. Otra persona del equipo de campaña describe su esfuerzo inicial: "Isabelle y Ben han trabajado 14 horas al día desde que llegaron a España. Vivían en el barrio de Salamanca. Estaban en un despacho en la séptima planta de Génova entre el de Pablo Casado y el de Andrea Levy. No entendían la falta de puntualidad. Han recibido ayuda de mucha gente. La chica se puso mala dos días y hubo que llevarla al hospital. Se asustó un poco. No han tenido fines de semana. Comían en los sitios aledaños a Génova. El equipo de redes sociales llegó a ser de 25 personas. Pero no había una relación directa entre ellos y ese equipo". Iban por libre. Su misión era secreta y apenas hubo tiempo para distracciones.
Otro miembro del partido añade: «Son muy jóvenes y han currado demasiado. Se les contacta tarde. Toda la parte de segmentación se hace por encuestas. Se han pegado una paliza de pelotas. Había que definir todos los targets (objetivos), los portavoces, los mensajes. El sistema es muy sencillo. Definir públicos muy claros, cuáles son los mensajes que interesan a esos públicos, cómo puedes localizar a esos públicos por sus perfiles de Facebook para comprar publicidad y llegar a ellos y luego qué tipo de mensajes tienes que mandarle a esos tíos. Ellos han definido esos grupos, ellos han hecho la compra y la agencia de publicidad Shackleton ha hecho la creatividad». Shackleton tenía una orden clara: el principal impulso iba a ser digital. Pero mientras Podemos atiborraba la red de tuits, donde son los amos, los del PP iban por la vía de Facebook.
Periodo de aprendizaje
¿Qué tuvieron que aprender Isabelle y Ben? Mucho. "Los problemas al principio eran que estos jóvenes no conocían la política española. Conocían el lado técnico, pero el lado político se lo teníamos que dar y explicar. Ellos no entendían las provincias, el sistema electoral de circunscripciones.Han tenido que aterrizar primero en el sistema español, luego en la política... El sistema proporcional al principio les choca porque si tú estás acostumbrado a que si ganas uno lo ganas todo, es radicalmente distinto. No es un sistema muy habitual. Todos los inputs [datos] se los hemos tenido que dar. Igual que los mensajes". Aprendieron rápido. Muy rápido.
El 13 de junio, Isabelle Wright está atenta a la actuación de los candidatos en el debate televisivo. Las teclas las presiona furtivamente. Lanza un retuit de su publicación de cabecera en España: The Spain Report (que da en inglés las más importantes noticias de España). Es una frase de Rajoy: "Predicar es fácil, lo difícil es gobernar".
Al acabar el debate, publica un vídeo en su Facebook personal. Es el presidente siendo fotografiado tras el encuentro con los líderes del PSOE, Podemos y Ciudadanos. "Gran desempeño del primer ministro Rajoy en el debate de esta noche", describe. El reconocimiento a su trabajo viene en los comentarios de sus amigos. Shelley escribe: "¡Muy orgullosa! ¡Estás triunfando en España! Pepe [sic, por PP] ganó el debate y nunca había visto a una mujer tan dedicada como tú y llegando tan lejos. Es un honor verte y me inspiras todos los días... Además, tu piso aquí no está tan mal". Gabi añade: "Todo gracias a ti".
A la distancia también sigue la campaña del Brexit donde está volcado todo TMG. Y ella en España desarrollando cómo ganar unas elecciones donde todos hablaban del sorpasso. Seguía una premisa de su maestro Jim Messina, una que había aprendido del mismísimo Bill Clinton: "Todas las elecciones son un referéndum sobre el futuro". No sobre el pasado. De allí un hashtag clave para indirectamente contraatacar a Podemos. #Afavor.
Mientras, nos comenta un dirigente del partido, "se reducían partidas como la publicidad en la calle, banderolas, etc. Teníamos más recursos para Facebook. Aparecían anuncios en función de los gustos. En redes ensayaron perfiles concretos. Apuntaron a las caras que mejor respuesta tenían -en compartidos y favoritos-, las de Soraya Sáenz de Santamaría y Pablo Casado. Sólo han circulado memes -imágenes multimedia usadas para transmitir ideas- de ellos". ¿A quién apuntaban? "A los votantes de Ciudadanos principalmente".
Era un método que ya le había funcionado. Así lo explican: "Era sincronizar los mensajes oportunos a las personas oportunas en el momento oportuno. Que es muy parecido a lo que hizo David Cameron en las legislativas británicas, donde también se produjo el bombazo respecto a lo que decían los sondeos". Y allí también estuvo Isabelle. Era lo que desde TMG conocen como "lograr el voto táctico".
La experiencia con Cameron
Las encuestas no eran las más optimistas. Algunas incluso hablaban de un derrumbe hasta los 117 escaños. Era trascendental el trabajo silente y complementario de Ben, que "se encargó del correo directo y de los textos que se repartieron puerta a puerta en los lugares seleccionados en los días finales, lo más cercano al 26-J", comentan desde la organización de la campaña. "Además hicimos más de 100 pruebas online para descubrir qué mensaje funcionaría en qué circunscripción electoral. Isabelle lideraba esto, hizo lo mismo para David Cameron en 2015".
La remontada iba en esta línea: "Era buscar bolsas de indecisos. En Argentina también se aplicó el mismo sistema en la campaña de Macri y también hubo un bombazo. Aquí replicamos ese modelo... No íbamos al votante tradicional del PP. Era una tontería gastarnos dinero cuando ya los teníamos asegurados", cuenta un alto cargo del PP.
Y llegó el Brexit. Los resultados le rompieron el corazón a Isabelle. Fue un golpe directo hacia Messina y su equipo. Con diferentes enemigos, se hablaba de que había perdido el toque mágico. Cameron dimitió. Pero los jefes de campaña decidieron que incluso podía serles útil.
"En el sistema de Jim Messina se lanzaron más de 500 mensajes. Y luego los propios vídeos que se fueron lanzando los últimos días de campaña estaban destinados ya no sólo a la viralización propia de las redes sociales sino a segmentos que eran muy sensibles al mensaje de voto útil y a los mensajes de la búsqueda o la unidad de la España moderada frente a la posibilidad de que Pablo Iglesias llegase a La Moncloa... No eran mensajes que lanzaban a un millón de personas. Los que más éxito tuvieron fueron los que se lanzaron el viernes tras el Brexit".
Jim se dio cuenta de la importancia de estos mensajes oportunos cuando trabajaba para Obama en su reelección de 2012. Los sondeos estaban apretados y él siempre se había vanagloriado de que los indecisos caerían en bloque. "Lo mismo ocurrió con Cameron. Lo mismo ocurrió con Macri". Le falló con el Brexit y las elecciones del 26 de junio eran -también- un examen para probar si Messina conserva la frescura. Sudor frío. Más cuando aún le quedan las elecciones italianas, el referéndum constitucional, con otro cliente selecto: Matteo Renzi en octubre.
Miembro del equipo de campaña del PP: "Sólo podíamos anunciarnos durante dos semanas por la ley electoral. Conseguimos un coste por impresión [aparición de un anuncio en el timeline o muro del usuario de Facebook] de promedio de medio céntimo de euro. No podíamos permitirnos pagar por click porque eso es mucho más caro. Diseñamos las audiencias a las que queríamos atacar con muchísimas variables. Buscábamos garantizar impactos y para eso pujamos para evitar que otros anunciantes nos robasen el espacio".
El presidente Barack Obama y Messina, su jefe de campaña, se abrazan al lograr la reelección en 2012. PETE SOUZA Era el todo o nada y se la jugaron al final. Gastaron los últimos euros. "El último día el PP sí optó por un modelo llamado reach and frequency [alcance y frecuencia] que permitía garantizar una audiencia concreta en un período corto de tiempo sin necesidad de pujar, para que nadie se interpusiese entre su público objetivo y el PP. Y lo usaron para lanzar los vídeos más exitosos. El de Pablo Iglesias dudando del euro en plena resaca del Brexit. Y el del líder de Podemos, en [el programa de TV] La Tuerka, celebrando que le habían metido una paliza a un policía".
¿Por qué Facebook?, le preguntamos a Natalia Basterrechea, directora de asuntos públicos de la red social en España: "La audiencia es fundamental. 22 millones de personas entran en Facebook en España mensualmente, y la política es un tema importante de conversación en la plataforma. Las elecciones generales fueron el tema más debatido en Facebook España en 2015. La conversación política en Facebook es auténtica. Es un lugar para hablar en tiempo real y de forma genuina sobre los temas que importan a los votantes españoles y tomar el pulso de la opinión pública. En total, desde enero de 2016, seis millones de personas han generado 90 millones de interacciones (me gusta, comentarios y contenido compartido) en torno a temas políticos". Esto lo vieron los miembros del equipo de segmentación: Jim, Isabelle, Ben y los locales José Cerdán, Eduardo Baeza (traductor, cicerone de Wright y marido de la cantante Nena Daconte), Andrés Medina y Abelardo Bethencourt, estos últimos miembros del gabinete del presidente. Y su apuesta publicitaria les costó 190.000 euros impuestos incluidos, que se sumaban a los 100.000 por la asesoría de TMG, según fuentes del partido.
El consultor político Iván Redondo analiza la estrategia utilizada: "En política el mensaje más efectivo es silencioso. No se cuenta en una rueda de prensa ni se hace visible en los medios. Y una estrategia de microtargeting te permite conectar y comunicarte directamente con tu votante objetivo sin intermediarios. Para cuando tus adversarios se dan cuenta, ya es tarde".
"A formar gobierno"
Cuando el 26 de junio se cierran los colegios electorales, la encuesta a pie de urna destroza al PP. Pero era ficción. Lo describe la propia Isabelle a la 1 de la mañana: "Increíble resultado para el PP en España esta noche. Los sondeos públicos predijeron 117 escaños para el PP, TMG predijo 135, resultado final 137". Ben Mallet se pronuncia también: "Ha sido un gran privilegio haber trabajado con un equipo tan dedicado y patriótico en una campaña de elecciones histórica. Me emociona saber que el Reino Unido no es el único país con terribles encuestadoras... [Rajoy] se ha ganado el derecho a formar gobierno".
El 27 de junio, a las 06.23, otro post de Ben. Es sólo una foto, la del equipo de Rajoy celebrando en el balcón de Génova con un cartel de "Gracias" al frente. Comenta Isabelle con una sola palabra: "¡Victoria!".
Todos los tuits de Isabelle y Ben cobran sentido el 28 de junio, a las 0.15. El gurú Messina rompe su silencio: "Felicitaciones a nuestro cliente español PM [primer ministro] Mariano Rajoy y al PP por su decisiva y dilatada victoria".
Era el modo de Jim de celebrar su éxito, el de los suyos, y que no había perdido su "toque mágico".
Ciudadanos y Podemos han pasado los siguientes días en KO. Los primeros, reunidos para entender cómo perdieron 400.000 votos y siete diputados. Los segundos pensando en un sorpasso devenido en gatillasso...
Sucedió así, cuentan desde lo más alto de la organización de la campaña del PP: "Moragas nos pidió que atacásamemos varias provincias concretas donde podían caer escaños de más. Los 12 que marcó los conseguimos. Luego cayeron dos más que no esperábamos: A Coruña y el decimoquinto de Madrid", comenta un miembro del PP. Las provincias a atacar que especificó Moragas fueron: Orense, Salamanca, Lleida, Madrid (para ganar 14), Badajoz, Toledo, Cuenca, Valencia, Alicante, Almería, Sevilla y Tenerife". El paso de 123 diputados a 137. Victoria a precio de saldo -290.000 euros- de El Reparador.
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